De acordo com o registro m de desemprego do ministério, os números são apenas um pouco melhores do que o mesmo período do ano passado, quando a #Economia brasileira registrou uma perda líquida de 818.900 empregos. De novembro de 2015 a outubro de 2016, o país registrou uma perda líquida de 1,5 milhão de postos de trabalho.

Somente em outubro, o Brasil perdeu 74.700 postos de trabalho. Embora negativo, os números representam uma melhoria em relação ao mesmo mês em 2015, quando o número de perda de emprego ultrapassou o numero de 169.000. A economia brasileira tem visto mais demissões do que vagas de emprego por 19 meses consecutivos, um reflexo da profunda crise que o país atravessa e a dificuldades que o governo tem para estimular o crescimento econômico no país.

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Além dos problemas econômicos, o Brasil vem enfrentando séria instabilidade política recentemente: em agosto, o Congresso votou a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff sobre questões fiscais e acusações de corrupção em seu gabinete desde o início do seu mandato.

Após o termino do processo de impeachment, o vice-presidente Michel Temer assumiu definitivamente a presidência do Brasil. O governo prevê uma queda do PIB de 3% em 2016 e espera uma ligeira recuperação da economia de 1% em 2017.

Quanto aos postos de trabalho, os dados do Ministério do Trabalho mostra que outubro 2016 foi o mês onde as demissões foram maiores do que contratações. O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho mostra que o número de postos de trabalho fechados em 2016 já totaliza 751.816.

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Os setores que registram o maior volume de perdas de emprego foram de construção, serviços e agricultura, apenas o setor de varejo registrou um saldo positivo no mês passado.

E à medida que as posições de trabalho em todo o país diminuem o número de pessoas que procura trabalho aumenta. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas desempregadas no terceiro trimestre de 2016 (julho, agosto e setembro) foi de 12 milhões.

Com o número total de pessoas ocupadas em 89,9 milhões, este é o primeiro trimestre desde o segundo trimestre de 2013 que o número de pessoas ocupadas cai abaixo da marca de 90 milhões. #Crise econômica #Recessão no Brasil