Depois de ter ameaçado, a UEFA cumpriu. Como informa o jornal “Correio da Manhã”, os responsáveis pela UEFA decidiram reter cerca de 12,7 milhões de euros que estariam destinados à instituição portuguesa. O motivo para essa decisão inédita é muito simples: depois de terem perdido em tribunal, o Sporting tinha de pagar obrigatoriamente a dívida que tinha com o fundo “Doyen”, por causa do negócio Rojo, algo que nunca foi cumprido pelo presidente Bruno de Carvalho.

Desde que chegou à liderança de uma das grandes instituições portuguesas, o Sporting, Bruno de Carvalho tem protagonizado uma série interminável de processos judiciais que, pelo menos até agora, têm sido praticamente todos perdidos, causando ainda uma dívida maior ao estado econîmico da instituição que já é bastante precário, um pouco à imagem do que acontece também com o FC Porto, que recentemente apresentou um prejuízo superior a 50 milhões de euros.

Publicidade
Publicidade

Tal como garante o jornal “Correio da Manhã”, em uma medida extrema e pouco usual para a UEFA, que tenta ao máximo que os presidentes das instituições possam cumprir com suas obrigações financeiras, os responsáveis pelo órgão decidiram reter todo o dinheiro que o Sporting teria ganho por se qualificar para a Liga dos Campeões, fazendo com que eles acabem jogando de graça na competição, se retirados claro os prêmios por resultados que sejam positivos.

Nas redes sociais, muitos portugueses, sobretudo sportinguistas, garantem estar envergonhados e humilhados por essa medida drástica da UEFA, fazendo com que a instituição portuguesa ainda fique com sua situação econômica em pior situação do que já estava. Depois de uma luta legal que se iniciou em 2014, os responsáveis pelo fundo de investimento financeiro "Doyen” vão finalmente receber a sua parte que estava inicialmente acordada com o Sporting no contrato que as duas partes assinaram para ajudar os #Negócios que envolveram o jovem argentino, que atualmente se encontra na Inglaterra.

Publicidade

Será que, a partir de agora, a UEFA vai continuar recorrendo a medidas extremas para obrigar as instituições a respeitarem os contratos assinados? #Economia