O grande dilema que o Brasil enfrenta no momento é de como restaurar e #Economia e a estabilidade do nosso país. Enquanto a comunidade internacional ainda está interpretando quais serão as politicas de Donald Trump em relação as suas políticas de capital internacional, a deputância brasileira logo tomou a frente para aprovar, de vez, o projeto de lei que desobriga a Petrobras de ser a única a explorar os campos de pré-sal no nosso território, faltando apenas ao atual presidente, Michel Temer, sancionar a lei, que, naturalmente, irá fazê-lo.

Essas medidas, se concluídas até o final do ano, sinalizarão ao mercado internacional para começar seus investimentos já no primeiro semestre 2017, a longo prazo.

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Especialistas econômicos dizem que a recuperação da crise e a geração de empregos, vai depender se vamos ser burocráticos, além da medida ou não, mas que, na verdade, não há tempo para isso.

O gerente executivo da Shell no Brasil disse que essa recuperação será gradual e não será tão rápida quanto muitas pessoas imaginam ser, pois depende de muitos fatores. O pré-sal depende de muita tecnologia para ser produzido, que, por sua vez, despende muitos gastos e pesquisa de mercado. O governo brasileiro tem que posicionar para sinalizar ao mercado financeiro a recuperação e a retomada do controle, urgentemente, pois o barril do petróleo ainda está na casa dos $50,00, isso impede o avanço da contratação de mão de obra e de mais investimentos no setor.

Pedro Parente, que é o atual presidente da Petrobras, disse que, em 2017, haverá muitos leilões dos blocos de produção, o que não significa que eles serão operados imediatamente.

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Na verdade, esse tipo de investimento pode demorar até 10 anos para começar a produzir o petróleo efetivamente nesses ativos depois dos leilões. Isso porque a empresa que assumir essas campos de pré-sal, terá que fazer pesquisas geofísicas, analisar o solo marinho e confeccionar sistemas de engenharia para essa finalidade.

A boa notícia é que os royalties não sofrerão mudanças em sua distribuição. O que pode acontecer é que as empresas podem maquiar o volume de produção para pagar menos dessa taxa aos estados produtores e à União, já que o mesmo é distribuído de acordo com a pacacidade de produção das corporações. As empresas estrangeiras são de capital fechado, então isso será mais dificil de ser controlado. Mas os investimentos em saúde, educação e segurança são as prioridades de investimentos para esse recurso tão precioso. #Política