A Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OCDE) reduziu suas expectativas para o #Brasil em 2016, mas afirmou que o país deverá crescer novamente em 2018. A OCDE elevou seus projetos de crescimento global, citando a contínua mudança na orientação da política orçamental das principais economias, especialmente os Estados Unidos, o que beneficiará o Brasil.

Embora a incerteza permaneça após a eleição de Donald Trump e a saída do Reino Unido da União Europeia, a OCDE elevou suas previsões de crescimento para o mundo. A #Economia mundial deverá crescer cerca de 3,3 % no próximo ano, a partir de uma previsão de 3,2% em setembro.

Publicidade
Publicidade

A organização com sede em Paris, disse que o estímulo fiscal ajudaria o mundo a partir de sua "armadilha de baixo crescimento".

Para 2016, a OCDE prevê que a economia brasileira deverá encolher 3,4% em vez de 3,3%. A profunda recessão está prevista para terminar em 2017, após o PIB do Brasil expandir cerca de 1,2% em 2018, segundo o relatório do grupo.

Por outro lado o produto interno bruto do Brasil deverá encolher 3,49% neste ano, de acordo com uma pesquisa semanal de 100 economistas do banco central, em comparação com as expectativas de uma semana atrás para uma contração de 3,40%. Isto marcou a oitava revisão em baixa consecutiva.

Segundo a pesquisa do banco central, os economistas mantiveram sua previsão para a taxa Selic de final de ano em 13,75% para 2016 e em 10,75% para 2017.

A agência de estatísticas do IBGE publicará os dados do PIB do terceiro trimestre deste ano na próxima quarta-feira (30), provavelmente para mostrar que uma das recessões mais longas da história do Brasil tomou um rumo para o pior.

Publicidade

A economia do Brasil deve encolher mais de 3% pelo segundo ano consecutivo em 2016.

Os preços das ações em toda a América Latina provavelmente irá aumentar em um ritmo mais lento no próximo ano com maiores taxas de juros nos Estados Unidos, um dólar mais forte e agitação política em alguns dos principais mercados da região para compensar o impacto de um comício em commodities.

Entre os países do BRICS, China e Índia deverão ter as taxas de crescimento mais rápidas, enquanto o Brasil e a Rússia passarão por uma "lenta recuperação" da recessão. #Crise econômica