Ontem, Michel Temer, havia assinado o decreto que reajusta o #Salário mínimo de R$ 880,00, para R$ 937,00. O novo valor não era o esperado, visto que ficou abaixo do previsto em agosto. Na proposta, enviada ao Congresso Nacional, previam que o valor de R$ 880,00 passaria para R$ 945,80, o que não aconteceu.

É bom lembrar que o reajuste do salário, é feito tomando como base principal, a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) para um período determinado de 12 meses, acumulados até dezembro de 2016, e a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2015, segundo a lei nº 13.152, de 29 de julho, de 2015.

Nesta manhã de hoje, sexta-feira (30), foi publicado no Diário Oficial da #União o decreto que atualiza oficialmente o valor do mínimo que atualmente é de R$880,00, para R$937,00, que será o valor implementado a partir do dia 1º de janeiro de 2017.

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De acordo com o decreto, o novo salário ficou R$8,80 abaixo dos R$ 945,80.

Segundo especialistas, a explicação para a redução, gira em torno da questão da #Inflação prevista ao ano, que na época na qual enviaram a proposta para o Congresso, era diferente da atual.

O governo espera que, com o reajuste para R$937,00, deva gerar um acréscimo de R$ 38,6 bilhões nos salários dos trabalhadores brasileiros em 2017, na qual corresponde a 0,62% do Produto Interno Bruto.

O Ministério do Planejamento, justificou por meio de nota, o motivo pela qual o reajuste foi menor do que o esperado no mês de agosto: "foi aplicado as regras previstas na legislação". Ou seja, utilizaram o argumento da legislação, para explicar a tal redução.

Ainda, em nota, o Ministério do Planejamento explicou que a estimativa para inflação pelo INPC, usada no cálculo do reajuste, em 2016, ficou em 6,74%.

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Menor do que a previsão de 7,5% esperada em outubro. Observou-se também, que o índice de inflação é 0,27 ponto percentual, maior que será aplicado ao novo valor do mínimo de 2017.

Estudo apontado por Dieese, revela que de 2002 a 2016, o salário mínimo aumentou 77,18% acima da inflação. O Avanço foi de R$ 200,00 para R$880,00.

O portal G1 notícias fez um levantamento dos 17 estados que seguirão o decreto proposto pela União, são eles: Tocantins, Sergipe, Roraima, Rondônia, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraíba, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Maranhão, Goiás, Espírito Santo, Distrito Federal, Amazonas, Amapá, Alagoas e Acre.