Depois de um ano difícil, como foi o ano de 2016, eis que surge uma notícia boa para aliviar os consumidores: em janeiro, a #bandeira da conta de #luz continuará verde. Isso significa que não haverá taxas adicionais, conforme divulgou a Agência Nacional de Energia Elétrica (#Aneel), na sexta-feira (30).

Em relatório, a Agência menciona que a condição hidrológica está favorável, portanto, esse é o motivo que determinou a decisão da Aneel de não fazer a cobrança extra do consumo de luz.

Explicaram ainda que a boa condição determinou o acionamento de térmica com Custo Variável Unitário (CVU) abaixo de R$ 211,28 por megawatt hora.

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Caso esse valor tivesse sido ultrapassado, a bandeira amarela teria sido acionada.

Para entender melhor, a bandeira amarela representa um custo adicional de R$ 1,50 para cada 100 quilowatts hora consumidos, enquanto que a bandeira vermelha representa um custo entre R$ 3,00 e R$ 4,50 para cada 100 kWh. Então, quando os reservatórios estão baixos, são acionadas as bandeiras vermelha e amarela para custear a geração de energia por térmicas.

Durante todo o ano de 2015 e janeiro e fevereiro deste ano, a bandeira vermelha se manteve firme, porém, em março ela mudou para amarela.

É válido lembrar que, entre abril e outubro de 2016, a bandeira esteve verde. Já, em novembro, a ficou no amarelo, pois as condições hidrológicas não estavam favoráveis, incluindo o problema da seca no nordeste.

O sistema de bandeiras é atualizado todo mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica.

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Antes do sistema das bandeiras, as variações que aconteciam nas taxas de geração de energia eram repassados em até doze meses no reajuste anual, o que provocava o aumento dos índices de reajuste.

Segundo projeção do ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) divulgado na sexta-feira (30), a carga de energia elétrica do sistema interligado do Brasil poderá apresentar alta de 3,7% no mês de janeiro de 2017, comparado com o mês de janeiro deste ano de 2016.

Ainda, de acordo com o órgão, a previsão de chuva para janeiro do ano que vem é positiva para algumas regiões. Espera-se que chova, em média, 72% na região sudeste, no sul é previsto 115% e 41% na região nordeste.