A #Economia da #América Latina irá crescer cerca de 1,5% graças principalmente ao impulso das duas maiores economias da região, #Brasil e Argentina, que eventualmente irão sair da recessão econômica. Este é o cenário previsto para as principais economias da América Latina para o novo ano.

Brasil: A economia brasileira representa um terço do Produto Interno Bruto (PIB) da América Latina. As previsões apontam para que a recessão prolongada que o pais tem sofrido nos últimos anos (em 2016 a economia vai encolher 3,3%) vai acabar no próximo ano, quando a economia irá se expandir em torno de um tímido 0,5%, de acordo com a Cepal.

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A BBVA Research é mais otimista e prevê um crescimento do PIB, provavelmente, para 0,9%. Os especialistas acreditam que as reformas empreendidas pelo governo de Michel Temer serão fundamentais para acelerar a saída da crise. Uma de suas principais medidas, a imposição de um limite para os gastos do governo, já foi aprovada pela Câmara e Senado

Argentina: A economia do país fechou 2016 com uma queda de 1,8%. Para o próximo ano, no entanto, as previsões apontam um avanço que poderia atingir 2,7%, de acordo com o FMI e 2,5% no parecer da Cepal.

A Argentina está perto de sair da crise, as reformas políticas e econômicas implementadas pelo governo de Mauricio Macri estão se concentrando em transformar a Argentina novamente em um destino atraente para o investimento estrangeiro.

México: A economia mexicana está intimamente ligada com os EUA, de modo que a política econômica do novo presidente norte-americano Donald Trump afete o futuro da economia mexicana em 2017.

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Os Estados Unidos é o principal destino das exportações mexicanas de produtos manufaturados.

Se Trump decidir elevar para 35% as tarifas sobre alguns produtos no México, como por exemplo os automóveis, a economia asteca poderia sofrer uma forte queda. Para a CEPAL e para o FMI é provável que o país cresça cerca de 2,3% em 2017, dois décimos acima do aumento esperado para este ano.

Chile: A desaceleração da demanda por cobre mineral do Chile, que é o maior produtor no mundo, vai continuar a afetar a economia chilena. Em 2016, a economia do país registrará um aumento de 1,7%. Esse número irá melhorar significativamente em 2017, com um índice de 2%, de acordo com previsões feitas tanto pelo FMI quanto para a OCDE.

Colômbia: As previsões indicam que a economia colombiana vai avançar cerca de 2,7%, cinco décimos acima do valor registrado este ano, segundo a dados do FMI.

Peru. Vai ser um dos países latino-americanos mais dinâmicos em 2017. A economia peruana vai avançar em 4%, três décimos a mais do que este ano, graças ao aumento da atividade no setor de mineração e o aumento do investimento público. O Governo de Pedro Pablo Kuczynski tem planos para investir 6,2% do PIB para reduzir o déficit neste setor.