Depois do teste da PEC 55 ou PEC 241 (que estipula um teto para os gastos públicos), a gestão Temer mostra que tem fôlego sim para aprovar entre os parlamentares a reforma de previdência. De acordo com a proposta, a idade mínima será de 65 anos e o tempo mínimo de contribuição de pelo menos 20 anos. Outra medida que dói aos ouvidos do trabalhador brasileiro seria a de que na nova previdência o dinheiro recebido estaria atrelado à inflação. Mas o que isso significa? Que o aposentado pode receber menos que o mínimo, na teoria.

Alternativas

Com um bom planejamento financeiro e disciplina é possível se aposentar sem depender do INSS.

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No mercado estão disponíveis várias opções para que você receba o dinheiro investido hoje, quando estiver aposentado, sendo possível ter um retorno financeiro bem acima da previdência pública. Entre as melhores alternativas encontram-se a previdência privada, o CDB e os títulos do tesouro direto.

Previdência Privada

Diferentemente da previdência pública, aqui o seu intermediário não será o INSS e sim um banco. A única semelhança entre os dois tipos de previdência é que você deve contribuir periodicamente e para por aí. Enquanto a previdência pública funciona em um sistema em que o dinheiro dos mais jovens paga a #aposentadoria dos mais velhos, na previdência privada o seu dinheiro é usado pelos bancos em diversos tipos de investimentos, para que lhe traga a rentabilidade combinada no momento da contratação do serviço.

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A previdência privada também pode funcionar de maneira complementar à previdência pública e, caso você desista da operação, é possível resgatar o seu dinheiro.

CDB (Certificado de Depósito Bancário)

É muito comum as pessoas pedirem dinheiro emprestado aos bancos, correto? Mas o contrário também é possível. Uma pessoa física ou jurídica também pode emprestar dinheiro aos bancos e, em troca, além de receber o montante emprestado, também recebe os juros e a correção monetária do empréstimo.

Existem três tipos de CDBs: O prefixado, onde é acordado qual será o valor recebido ao encerrar-se o período de vigência do contrato com o banco; o pós-fixado, em que é possível receber os juros do acordo mais um valor atrelado a algum índice econômico (geralmente usa-se a inflação); ou a modalidade em que a remuneração varia de acordo com a inflação e os juros são pré-fixados.

Ou seja, não importa qual seja o tipo de CDB, o investidor sempre sairá da operação ciente dos possíveis retornos. Sem falar que, caso o banco feche as portas, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) lhe dá segurança de receber o seu dinheiro de volta, caso a aplicação seja menor que 250 mil reais.

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Tesouro Direto

Se é possível emprestar dinheiro aos bancos, também é possível fazer o mesmo para o governo através dos títulos do tesouro. Para comprar títulos do tesouro nacional basta ter uma conta em um banco ou corretora de valores. Existem dois tipos de títulos: os pré-fixados, onde você compra o título sabendo quanto vai receber no fim do contrato; e os pós-fixados, em que é possível receber o valor corrigido de acordo com algum índice econômico, como a Selic, o IPCA ou o IGPM. #Reforma da Previdência #Economia