Dois traders de Nova Jersey foram presos acusados de manipulação dos preços de mais de 2.000 ações na bolsa de valores de Nova York e da Nasdaq, resultando em U$ 26 milhões de lucros ilegais.

Órgãos reguladores e forças judiciais verificaram diversos casos de controle de preços, que ocorreram mais de 23 mil vezes e que em grande parte das vezes duraram apenas poucos minutos.

O caso veio à tona na imprensa americana no dia 12 de dezembro, mas levanta um questionamento a respeito de ações ilegais de traders em bolsas de valores ao redor do mundo.

Uma vez que todo o sistema informatizado possui pontos fracos, ou seja, portas dos fundos por onde bandidos podem entrar e fazer o que quiserem.

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A exemplo do que ocorreu com o YAHOO onde dados de milhares de usuários foram expostos em ataque hacker semana passada, onde 1 bilhão de contas tiveram sua #Segurança fragilizada.

Proteger o sistema de ataques recorre o trabalho contínuo em várias frentes, tanto na evolução da tecnologia de segurança da rede quanto na punição de crimes desse tipo.

Não querendo exaltar a política de segurança americana, mas você por acaso se lembra da última vez que a CVM (Comissão de Valores Mobiliários) fez uma denúncia ou autuou crimes deste tipo?

A bolsa brasileira carece de segurança, sem qual infelizmente muitos compatriotas terão de buscar investimentos no exterior onde a rentabilidade não é o único benefício.

Principalmente em um período em que governo faz campanhas de repatriação do dinheiro depositado em bancos no exterior.

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É extremamente importante que a CVM e o setor de inteligência da Polícia Federal trabalhem juntos para frustrar àqueles que jogam sujo na #bolsa de valores.

A BM&FBOVESPA é o coração da #Economia brasileira, são seus batimentos que determinam a nossa saúde financeira. Permitir com que esse órgão tão essencial funcione com parasitas lhe sugando a vitalidade e atrapalhando aqueles que realmente têm condições de lhe fazer bem é insensato.

Mas aparentemente a insensatez é a rainha do país onde metade das empresas quebram antes de quatro anos de funcionamento.