Nesse última sexta(02), as empresas Teekay Offshore e Odebrecht, organizaram o batismo e lançamento da Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência (FPSO) em Cingapura. Essa unidade de produção é a primeira no campo de Libra que ira produzir o pré-sal e será operada pela Joint-Venture em partilha de 50% para cada uma das empresas operadoras. Ao chegar no campo de Libra, haverá testes de longa direção, que incluem a concessão da Petrobrás que detém ainda 40%, seguido da Shell com 20%, a CNPC e CNOOC com 10%. Esse contrato piloto tem duração de 12 anos. A produção começará até o final de junho de 2017.

A confecção dessa unidade de armazenamento teve início em 2014 no estaleiro com o nome de Jurong em Singapura, que arrecadou cerca de 1 bilhão de dólares em capital para a construção desse FPSO.

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Com incrível capacidade de operar em profundidades de até 2 quilômetros e 400 metros, sua estimativa de produção será de 50 mil barris de petróleo por dia e 4 milhões de metros cúbicos de gás.

Passados esses últimos 2 anos, cerca de 4 mil colaboradores fizeram parte desse projeto, destacando as operações no estaleiro, com somatório de mais de 16 milhões de horas de trabalho efetivo. Por incrível que pareça, não houve acidentes de trabalho com afastamento.

O superintendente de operação integradas da Odebrecht Óleo e Gás, Jorge Mitidieri, declarou que o FPSO Pioneiro de Libra é um grande acontecimento na indústria de petróleo e gás no território nacional e a empresa está muito feliz por essa contribuição, levando em conta todo o expertise da Odebrecht. Ele disse ainda que essa operação na campo de Libra é muito importante para a empresa, porque marca a retomada da OOG em um momento conturbado da #Economia do país.

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Os FPSO’s operam em regiões de produção longínquos da costa, onde não é possível interligar oleodutos e gasodutos e, sendo assim, o óleo precisa ser estocado. A função de armazenamento exclui a presença de um navio-tanque no decorrer da produtividade do petróleo, que também só é requisitado quando o óleo em produção consegue preencher o mesmo por completo.

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