Diante da crescente #Crise, a cada dia se somam esforços para combatê-la com negociações. Em tese, isto objetiva a reforma #Política brasileira, do #Governo atual em parceria com o PSDB a finalmente realizarem o que alegaram em palanque, de perdoarem mais de R$ 900 bilhões das dívidas de grandes empresas, na qual haverá perdão de 90% das multas, juros e encargos que paralisam cada vez mais as empresas no Brasil.

Esta atenuante não resolve definitivamente o problema no Brasil, porém é o único fator a dar um novo "fôlego" à sobrevivência das empresas nesta crise econômica. Cabe destacar o seu valor provisório diante das dívidas antigas serem perdoadas, porém as futuras atividades serão igualmente supertarifadas.

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Desta forma, esta ajuda é somente provisória sobre a elevada carga tributária que recai nas empresas instaladas no Brasil diante da incompetência do Estado brasileiro em se sustentar no seu todo, obrigando as empresas a cobrirem o rombo nas contas públicas. Este plano visa socorrer milhares de empresas endividadas num pequeno pacote de medidas microeconômicas programadas a serem divulgadas antes do dia 16 de dezembro.

Desde 05 de dezembro de 2016, Michel Temer e Henrique Meirelles decidiram por este meio rápido a reverter a grave crise do desemprego enorme e crescente, ainda que seus efeitos não ultrapassem o médio prazo. Em contrapartida, como este microplano perdoa parte de dívidas tributárias e previdenciárias, o Governo terá em troca a obrigação da empresa devedora de retomar o pagamento das parcelas mensais em seus débitos.

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Neste projeto, o novo programa de recuperação fiscal, Refis, é usado na fórmula recorrente.

Destes grandes devedores, que somam cerca de 13.000 pessoas e empresas, o somatório das dívidas é de R$ 900 bilhões em impostos. Desde 2000, já houveram 27 parcelamentos de dívidas com desconto. A grande vantagem é que isto já conta com a assinatura dos líderes da Câmara; há um requerimento para o novo Refis tramitar em regime de urgência.

90% das multas serão perdoadas

O projeto do relator e deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) propõe parcelar as dívidas de empresas em até 240 prestações, com corte de 90% das multas, juros e encargos. Também poderão ser incluídas dívidas contraídas até 30 de junho de 2016.

Por outro lado, a Receita Federal enxerga o tamanho do buraco no caixa do governo e adotou a postura contra a adoção do novo Refis. A agilidade desta decisão se deve pela recente forte pressão de alguns empresários e políticos que apoiam Michel Temer a acreditarem na necessidade de oferecer oxigênio aos negócios endividados.