Nesta quinta-feira (22), o presidente Michel Temer anunciou que irá liberar o saque de contas inativas do #FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço). O saque poderá ser realizado em contas que estão inativas até dezembro de 2015. Temer fez o pronunciamento momentos antes de participar de um café da manhã com jornalistas no Palácio do Planalto, em Brasílai

Segundo Temer, a medida vai beneficiar cerca de 10,2 milhões de trabalhadores. O governo estima que o valor a ser sacado chegará a cerca de R$ 30 bilhões. Porém, segundo o Minsitério da Fazenda, cerca de 86% das contas têm saldo que não ultrapassa um salário mínimo.

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O montante injetado na #Economia representa em torno de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto). Temer acrescentou ainda, que essa é uma medida importante para recompor a renda dos trabalhadores nesse momento complicado em que a economia brasileira se encontra.

Essa medida é uma tentativa do governo de aquecer a economia do País. O governo não pretende impor um limite para saque, ou seja, o trabalhador poderá sacar todo o dinheiro em conta se desejar. O presidente não informou a partir de quando o saque poderá ser realizado.

O presidente ainda, explicou que os saques dessas contas inativas do FGTS não irão comprometer projetos que dependem da verba do fundo, como programas de saneamento e habitação.

A conta do FGTS é criada no momento em é registrado em uma empresa. Atualmente, o trabalhador só teria direito de sacar seu FGTS quando se aposenta ou compra um imóvel.

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É possível sacar também o FGTS após três anos desempregado.

Juros do cartão

O presidente afirma que está trabalhando para reduzir os juros do cartão de crédito a partir do primeiro semestre do ano que vem. Ele acrescenta que a redução dos juros será de pelo menos pela metade logo nos primeiros meses de 2017.

Temer ainda explicou que com a redução dos juros do cartão poderão ocorrer em duas hipóteses: crédito rotativo e para pessoas que estão inadimplentes. Será realizado um parcelamento para pessoas inadimplentes, com juros ainda menores que os que serão aplicados no crédito rotativo. Atualmente, os juros dos cartões ultrapassam os 400% ao ano. #Política