De acordo com uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria Deloitte, os brasileiros vão gastar menos para adquirir presentes de Natal em 2016. Os entrevistados pretendem comprar o total de apenas quatro presentes este ano.

Na verdade, esse é número mais baixo registrado desde que a Deloitte começou a conduzir o seu estudo anual de expectativas do consumidor no #Brasil, há sete anos. Este é um sinal claro de que a melhor data para o varejo não irá representar um impulso necessário para melhorar a economia frágil do país.

Os consumidores brasileiros pretendem gastar uma média de 342,00 no #Natal. Representa uma redução de quase 20% comparado com 2015.

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No geral, 63% dos entrevistados afirmaram que pretendem gastar menos este ano do que gastaram em 2015.

A insegurança financeira no país está entre as principais razões para esta tendência. Em primeiro lugar, 60 % dos entrevistados temem a perda do emprego. Outros 31% disseram que iriam guardar o dinheiro recebido para seu contracheque.

As leis trabalhistas no Brasil exigem que as empresas paguem seus funcionários duas vezes em dezembro. O salário extra, mais conhecido como o 13º salário, é tradicionalmente utilizado para abastecer as vendas de Natal.

Ao longo dos últimos quatro trimestres, o PIB brasileiro encolheu cerca de 4,4 %%. As famílias brasileiras diminuíram o consumo, impactando de forma agressiva vários setores da economia, especialmente os prestadores de serviços. Os investimentos no país cariam de forma alarmante, frustrando as esperanças de que o Brasil estava pronto para uma reviravolta econômica.

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A internet vai desempenhar um papel significativo para aqueles que preferem realizar compras em lojas virtuais. Cerca de 67 % dos brasileiros disseram que a maioria de suas compras será on-line e 62% admitiram que a mídia social vai influenciar o que eles irão comprar.

O Brasil vive a sua pior recessão econômica da história, desanimando milhões de brasileiros que estavam esperando uma melhora significativa na economia neste ano em relação ao ano passado. #Crise econômica