O horizonte não tem perspectivas nem um pouco promissoras no ano de 2017 para o Brasil no que diz respeito ao problema crônico do #Desemprego e das relações trabalhistas como um todo. O que piora ainda mais a análise em questão é que ela não se origina de nenhum partido político brasileiro, sendo ele de direita ou de esquerda, antes, porém, a avaliação apocalíptica consta de relatório oficial emitido pela OIT – “Organização Internacional do Trabalho”, cuja sede fica em Genebra, na Suíça. O documento é isento na sua análise numérica e das tendências sociais do momento na nação latino-americana, afirmando que o país fez um mergulho profundo na nociva depressão econômica, tão logo o #PMDB e o #PSDB apoiaram a chegada de Michel Temer na presidência da República, substituindo Dilma Rousseff, o que foi feito com o apoio da maioria dos parlamentares brasileiros.

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Graças a este terreno fértil, a “profecia” do Brasil ser o epicentro das demissões e, diretamente, do péssimo desempenho no mercado trabalhista ao longo do ano de 2017, é algo bastante concreto.

Trazendo luz sobre os números para melhor compreensão da sociedade, dos trabalhadores e suas famílias, conforme a OIT, o índice de desemprego na nação atingirá percentual de 12,4%, ou seja, será quase o triplo da média em todo mundo, que deve ficar nos 5,5%, enquanto que os países emergentes se situarão nos 5,7%.

A situação é tão crítica que, percentualmente falando, neste ano o crescimento será superior em um ponto, se comparado ao ano de 2016. Tanto é assim, que a Organização Internacional já dá como certa a ocorrência do número de um milhão e 200 mil desempregados em todo o território nacional, acrescido aos que já existem atualmente.

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Resumindo, até o fim do ano de 2017, se não acontecer nenhum milagre na política e economia brasileiras (sendo que não há indícios dessa guinada de 180º positiva), o país terá o somatório 13,8 milhões de desempregados.

Enfim, o contexto no Brasil influenciará a inteira ordem mundial de um modo tão severo, que o gigante da América do Sul, sozinho, responderá por 30% das demissões no planeta Terra. O mesmo estudo feito pela OIT acentua o espanto que os especialistas ficaram depois dos resultados finais do estudo, uma vez que até bem pouco tempo atrás, o Brasil saiu da situação do pleno emprego na gestão política anterior, para um quadro de desânimo e desesperança, que podem se constituir em fortes ingredientes para uma convulsão social sem precedentes.

Guy Ryder, que é o diretor-geral da OIT, fez questão de frisar durante a apresentação pública de tal relatório, que a América Latina passa por sérios retrocessos no tema de mercado de trabalho, basicamente por causa do peso da influência do Brasil na porção latina do continente, isto é, paira no ar global, o mau cheiro inflamável do descontentamento da sociedade.