Para enfrentar a recessão econômica que o #Brasil tem assistido ultimamente, o governo de Michel Temer tem tentado uma série de medidas, macro e microeconômicas, de modo a ajustar os gastos públicos e ter uma retomada do crescimento.

Desse modo, para o Ministro da Fazenda, Henrique Meireles, presente no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, o processo de renegociação de dívidas adotado para impulsionar o crescimento não eleva o risco de sonegação. O ministro assevera que a medida facilita o equilíbrio financeiro das contas públicas, reduzindo a inadimplência da população, ao dar chances que ela e o meio empresarial possam acertar seus débitos.

Publicidade
Publicidade

Na visão do ministro da Fazenda, a diferença desse programa para outros existentes anteriormente, é que o atual, de renegociação de dívidas, não confere desconto de juros e multas. Socorre as empresas em dificuldades, mas não tem o condão de, no futuro, desincentivar o pagamento de impostos. O Governo Federal espera arrecadar pelo menos R$ 10 bilhões com a renegociação de dívidas dos contribuintes, de pessoa jurídica e física.

Acenos mostram que as medidas de ajustes nas contas públicas tomadas pelo Governo Federal, em conjunto com a tentativa de reestruturação das dívidas dos estados, têm confortado e aumentado o nível de interesse dos estrangeiros em investir no Brasil.

Investidores têm um posicionamento favorável quanto à retomada do crescimento

Com base nas projeções do Banco Mundial, o Brasil volta a crescer em torno de 0,5% em 2017.

Publicidade

Isso, também em virtude da retomada dos preços do petróleo e das commodities, o que favorece a exportação.

Segundo o ministro, empresários e investidores tem mostrado um posicionamento favorável quanto à Proposta de Emenda Constitucional (PEC), em trâmite no Congresso Nacional, que limita o aumento dos gastos públicos pelos próximos 20 anos. Para Michel Temer a medida irá beneficiar a economia a longo prazo.

O ministro argumentou que, quanto a uma possível elevação dos juros básicos, após Donald Trump assumir o comando dos EUA, o Brasil não precisa ficar temeroso. Uma vez que o país tem câmbio flutuante e não prejudicaria as reservas internacionais.

O que a população, de modo geral, tem avaliado, diz respeito à pertinência das #medidas de ajuste fiscal e seus reflexos a curto e longo prazo. Os investidores parecem mais predispostos a investir no Brasil agora, e as expectativas são de que a economia volte a crescer a partir do primeiro trimestre de 2017.