A taxa de #Desemprego no Brasil saltou de 11,5%, no último trimestre de 2015, para 12%, no mesmo período de 2016, segundo dados apresentados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. Esse percentual corresponde a cerca de 12 milhões e 300 mil brasileiros que estão à procura de emprego em todo o país.

O aumento na taxa de desocupação é uma consequência da recessão econômica que atinge o Brasil nos últimos anos. Isso se reflete também, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad), no rendimento das pessoas empregadas, que teve uma queda de 2,3%.

Reação do mercado para o final de 2017

Os economistas esperam por uma reação do mercado apenas para o segundo semestre de 2017 e, com isso, o aumento nas vagas de emprego por todo o país.

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Mas, enquanto isso não acontece, o número de empregos formais cai em quase todas as regiões do Brasil. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), os estados que possuem os maiores índices de #Empregos formais foram os que mais demitiram em 2016, como São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Diminuem os empregos formais no Brasil

Alguns setores da #Economia acumulam grande parte das demissões. É o caso da construção civil e do comércio que, juntos, acumularam até outubro do ano passado mais de 470 mil postos de trabalhos fechados. Com isso, o Brasil acumulou cerca de 1,4 milhões de demissões em 2016 no setor privado, segundo dados do IBGE. Houve queda de empregos também em setores públicos como a administração, saúde, defesa, serviços sociais, entre outros.

Este é o pior cenário vivido pelo trabalhador brasileiro nos últimos 10 anos.

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A fila dos que procuram emprego está cada vez maior e muitos estão buscando outras formas de renda, como o trabalho informal e a prestação de serviços, o que aumenta significativamente as taxas de desalento, que representa os desempregados os quais não estão à procura de emprego. Especialistas dizem que a taxa real seria muito superior se considerássemos as pessoas que desistiram de procurar trabalho.