Já com data programada, o calendário #FGTS (fundo de garantia por tempo de serviço), deve seguir o seguinte esquema: aqueles que nasceram no mês de janeiro, receberão o beneficio em fevereiro, já os que nasceram em fevereiro receberão em março, assim por diante. O governo também anunciou estar estudando formas de acelerar os saques, porém nenhuma proposta oficial foi anunciada ainda.

Temos que lembrar que, este #saque será permitido apenas para contas inativas, ou seja, àquelas que não recebem depósito de empregador desde 31 de dezembro de 2015. Este beneficio do FGTS foi uma medida tomada pelo governo federal, com intuito de amenizar os impactos causados pela atual crise financeira que assola o país.

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Outra importante característica deste beneficio é a flexibilidade de sua utilização, pois o cidadão beneficiado poderá gastar o valor como desejar.

Restrição

Devemos ressaltar o fato, de que, anterior a esta liberação o saque do FGTS era restrito a alguns casos bem particulares como: desempregados há mais trinta e seis meses; beneficiários diagnosticados com doenças graves, e ou, casos terminais; morte de alguém muito próximo e em alguns casos; como entrada para financiamento de imóveis. Ou seja, o valor sacado deveria ter um destino demonstrado e justificado à Caixa Econômica Federal, para que pudesse ser sacado.

Essa restrição ao cidadão, sobre uso do saldo do FGTS ocorre porque o governo federal utiliza esse montante para efetuar investimentos principalmente no setor de habitação, sendo responsável por cerca de 0,5% do nosso PIB.

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No entanto o presidente Michel Temer disse a jornalistas, em uma coletiva, que esses saques liberados não afetariam o bom andamento do setor, e que o principal projeto beneficiado, Minha Casa Minha Vida, continuará recebendo os mesmos incentivos e recursos. Completou afirmando que esse valor cerca de 41 bilhões de reais (fonte Caixa Econômica Federal), estaria beneficiando cerca de 10 milhões de cidadãos, e que esse #Dinheiro injetado, esquentará a economia brasileira, amenizando momentaneamente os impactos da crise.

Espera-se que esse incentivo realmente aqueça a economia, e que não se torne uma armadilha ao cidadão e a economia já tão fragilizada por tantas medidas inconsequentes.