Quase um mês de #folga durante o ano de 2017 poderá impulsionar a #Economia brasileira, é o que diz um estudo do Ministério do Turismo. Viagens de fins de semana prolongados, por conta dos recorrentes feriados, que vão cair nos dias próximos aos sábados e domingos, vão caracterizar o já conhecido "imprensado". Possivelmente, quase 11 milhões de viagens devem ser feitas ao longo do ano.

O levantamento foi feito pelo Ministério do Turismo, levando em consideração os feriados de 21 de abril (Tiradentes, sexta-feira), 1º de maio (Dia do Trabalho, segunda-feira), 15 de junho (Corpus Christi, quinta-feira), 7 de setembro (Independência do Brasil, quinta-feira), 12 de outubro (Dia de Nossa Senhora Aparecida, quinta-feira) e 2 de novembro (Finados, quinta-feira).

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O Carnaval, a Semana Santa, o Natal e o Réveillon foram desconsiderados, porque se tornam feriados automaticamente em todo Brasil.

Com tantos dias de folga, assim como a economia, os trabalhadores também vão adorar. Segundo Maria Bravo, funcionária pública, depois de um ano cansativo como foi 2016, descansar será a primeira opção. “Nem no fim de ano nós paramos. Os dias de descanso já são esperados há meses”, destacou.

Em 2016, o Natal e o Réveillon foram comemorados no sábado e no domingo, fazendo com que funcionários de todo país trabalhassem até a sexta e retornassem aos seus postos na segunda, causando real desconforto e menos descanso para a classe operária.

Para o setor do comércio varejista e a indústria brasileira, nada de comemorações; a projeção de prejuízos cresce na mesma proporção dos dias de folga.

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O feriado que deve gerar maior impacto é o Dia de Nossa Senhora Aparecida, em 12 de outubro, quando a estimativa de 1,94 milhão de viagens devem movimentar cerca de R$ 4 bilhões na economia brasileira.

Para Érico Santos, presidente da Massa Já, empresa de argamassa polimérica, o feriado complica bastante a produção. “Acho justo que haja o feriado, mas acredito que a classe empresarial deveria se unir contra a quantidade excessiva das folgas. A empresa, de modo particular, perde muito”, destacou Érico. #feriadão