Semanas após o presidente Michel Temer anunciar, juntamente com a Caixa Econômica Federal, que irá liberar o saque de contas inativas do #FGTS, o conselho gestor do fundo prevê uma injeção na #Economia de até trinta bilhões de reais. Terão direito de acesso ao fundo, pessoas que possuem contas inativas até 31 de dezembro de 2015 - conta que só fica inativa após cessar os depósitos do empregador por conta da rescisão contratual. Aqueles que possuem contas ativas junto ao banco estatal, ou seja, que ainda estão empregadas e recebendo mensalmente seus salários, não terão direito ao saque. Entretanto, é possível estar empregado e mesmo assim receber a quantia, porém, a conta tem de ser inativa e o último emprego não pode sobrepujar a data limite (31/dez/2015).

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Ainda é possível sacar o benefício de múltiplas contas inativas, desde que os contratos trabalhistas tenham se encerrado anteriormente à data limite estipulada, que fora mencionada acima. Para consultar o saldo é muito simples, basta acessar o site da Caixa ou do próprio Fundo de Garantia do Tempo de Serviço.

Com a medida, o governo estima que das 10 milhões de contas inativas, que juntas somam um total de R$ 40 bilhões, cerca de R$ 30 bilhões sejam injetados na economia, entre os dias 13 de março e 14 de julho, período que o saque de contas inativas estará disponível. O valor chega a representar 0,5% do PIB (produto interno bruto).

Entretanto, por conta da alta carga tributária que assola o país, grande parte deste #Dinheiro voltará aos cofres públicos. O primeiro trimestre dos brasileiros é saturado de dívidas junto ao Estado, tais como Imposto de Renda, IOF, IPTU, IPVA, ICMS, PIS, PASEP, COFINS. Com o aumento no endividamento familiar em 58% no último ano, o restante poderá ser usado para a quitação das mesmas, compra de materiais escolares e investimentos pessoais para o aumento de capital.

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Para aqueles que escolherem a última opção e decidirem reinvestir o valor que foi agregado com usufruto de seu trabalho, a nossa dica fica por conta do título Tesouro IPCA+ (também chamado de NTN-B Principal), que paga uma taxa média de 6% de juros reais anuais, ou seja, este título público paga em valores nominais 6% acima da inflação. Valor que é muito superior aos 3% ao ano + TR, que é pago pelo FGTS.