O Brasil vivencia uma expectativa de queda da taxa de juros Selic. Isso faz com que especialistas indiquem que se aplique em #investimentos de renda fixa, uma vez que a taxa de remuneração é determinada no momento da aplicação e também recomendam sair da poupança. Se for usá-la, que seja somente por um período de 6 meses, pois a remuneração é de apenas 0,5% ao mês, mais TR.

Conheça 3 tipos de investimentos seguros

  1. Tesouro Direto

Uma #alternativa de investimento segura para quem quer sair da poupança é o Tesouro Direto. Pertence ao governo federal e é uma alternativa de compra e venda de títulos públicos. O valor mínimo a ser investido é de R$ 30,00 e qualquer um pode investir.

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Basta procurar uma instituição financeira ou corretora para intermediar a transação.

Há uma relação inversa entre a taxa de juros Selic e o preço do título: se a taxa Selic cai, o preço das aplicações prefixadas sobe. Assim, os prefixados são opções relevantes para 2017.

É importante pesquisar, pois as instituições autorizadas a negociar os títulos, cobram taxas que podem comprometer os ganhos do investidor.

É interessante ressaltar que há a cobrança do Imposto de Renda, quanto mais cedo for feito o resgate, maior é a tributação. Por exemplo, acima de 721 dias de aplicação, a alíquota cobrada é de 15%.

  1. CDBs

Ao comprar um CDB, certificado de depósito bancário, a pessoa estará emprestando dinheiro para a instituição financeira e recebendo uma remuneração em troca. Esse investimento tem uma taxa pré ou pós-fixada, negociada com o investidor e também tem um prazo de duração.

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O dinheiro captado é investido em outras aplicações pela própria instituição financeira.

Vencido o prazo de duração, a instituição financeira devolve o dinheiro ao investidor, acrescido dos juros do período. Esses juros são atrelados à variação da Selic. Eduardo Levy, estrategista da Rio Bravo Investimentos, afirma que o retorno dos CDBs deve diminuir em 2017 devido à queda da Selic, mas continua sendo boa opção para o pequeno investidor.

É comum que os CDBs sejam pós-fixados e atrelados ao CDI, Certificado de Depósito Interbancário, que é uma taxa de juros - a taxa média dos CDIs virou padrão para o custo do dinheiro em todos os tipos de empréstimos.

Há uma segurança coberta pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito) de até R$ 250.000,00. É possível encontrar a aplicação pagando cerca de 100% do CDI.

  1. (LCIs) e (LCAs)

As letras de crédito imobiliário (LCIs) e as letras de crédito do agronegócio (LCAs) são opções de renda fixa. Uma das vantagens é que são isentas do IR. As LCAs são títulos emitidos pelos bancos e que visam financiar o agronegócio; já as LCIs visam a captação de recursos destinados a financiamentos do setor imobiliário.

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Ambas requerem prazos maiores de resgate e um valor maior a ser investido.

A remuneração para o investidor varia muito, de acordo com as políticas de cada banco, e ambas pagam um percentual do CDI. É bom ficar de olho, já que os bancos grandes costumam pagar remunerações inferiores ao investidor.