O mercado de câmbio e de ações do #Brasil fechou 2016 com o melhor resultado em sete anos, graças aos esforços do governo que espera que Michel Temer consiga reduzir os gastos públicos após grandes escândalos de corrupção de sua antecessora, Dilma Rousseff.

Em 2016, o real brasileiro subiu 21,5%, terminando a cadeia de 5 anos consecutivos de desvalorização anterior. Atualmente, esta é a moeda do setor com melhor desempenho na América Latina este ano e perdendo apenas para o rublo russo entre os mercados emergentes.

De 2011 a 2015, o real perdeu mais da metade do seu valor devido ao crescimento da dívida pública do Brasil, causando um verdadeiro colapso nos mercados emergentes e agravando as dificuldades da recuperação econômica.

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Também em 2016, um indicador chave da bolsa de valores brasileira Bovespa aumentou 38,9%, tornando-se um alívio para a #Economia dos mercados emergentes. A recuperação dos preços das ações de empresas estatais liderou os ganhos no índice Bovespa neste ano, incluindo a petrolífera Petróleo Brasileiro SA e Banco do Brasil SA.

No entanto, muitos analistas expressaram um certo ceticismo sobre a possibilidade desta tendência continuar mesmo com casos de corrupção no país que ainda cercam muitos políticos do Brasil.

Se o Sistema de Reserva Federal dos EUA elevou as taxas de juros mais rápido do que o esperado, a demanda por ativos de altas taxas de juros do Brasil vai diminuir. Os analistas fizeram uma previsão de que o real iria enfraquecer para 3,49 reais equivalentes a 1 dólar norte-americano no próximo ano, a partir de reais equivalentes a 3,25 dólares para a taxa de câmbio dos Estados Unidos.

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Temer disse que seu governo pode atingir o objetivo de trazer o déficit do orçamento inicial (excluindo despesas com juros) que em 2016 foi de 163,9 milhões de reais. Este valor deverá diminuir em 2017 cerca de 143 milhões de reais.

No entanto, o rádio da dívida pública com o produto interno bruto do Brasil em 2017 pode situar-se em 76,9%, superior aos 70,5% registrados em novembro do ano passado. #Michel Temer