Petrobras anunciou uma redução no preço da #Gasolina e do diesel nas refinarias a partir da sexta-feira (27). Essa redução, por ser aplicada nas refinarias, não indica que necessariamente chegará aos consumidores por conta da liberdade de preços do mercado.

Conforme o comunicado da estatal, essa redução fará o preço do litro de gasolina custar 1,4% menos e do diesel 5,1% menos. "A decisão é explicada principalmente pelo efeito da valorização do real desde a última revisão de preços e por ajustes na competitividade da Petrobras no mercado interno e pela redução dos preços dos derivados nos mercados internacionais, especialmente do diesel, que registrou uma elevação de estoques em função de um inverno menos rigoroso que o inicialmente previsto no hemisfério norte", informou a Petrobras no comunicado.

Publicidade
Publicidade

Caso o reajuste seja repassado integralmente ao consumidores, o preço estimado pela Petrobras é de menos R$ 0,02 por litro de gasolina e de menos R$ 0,08 por litro de diesel.

A Petrobras reforçou em comunicado que os postos de combustível têm liberdade sobre os preços e que as revisões feitas pela Petrobras nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos por outros integrantes da cadeia de combustíveis, especialmente distribuidoras e postos revendedores.

De acordo com a Petrobras, essa medida faz parte da nova política de combustíveis da empresa, que foi implementada em outubro de 2016 e que a intenção é de rever os preços dos combustíveis pelo menos uma vez a cada 30 dias levando em consideração as condições do mercado, uma vez que essa política dá “a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade”.

Publicidade

A última baixa nos preços para as refinarias havia sido anunciada em novembro de 2016, contudo, em diversos estados brasileiros os preços nas bombas de combustíveis subiram em vez de cair. Uma das razões de isso ter ocorrido foi a alta do preço do álcool anidro, acrescentado à gasolina e que representa 27% do combustível. #Economia #Governo