No dia 27 dessa semana, foi lançado um programa do governo para maximizar a produção de petróleo nos campos em terra, amigavelmente chamado de "produção onshore". Fernando Filho, que é o ministro da instituição governamental Minas e Energia, foi quem lançou essa iniciativa com o nome de "Reate", na cidade de Salvador(BA).

Não se sabe muito em detalhes como serão os procedimentos e os detalhamentos desse programa, porque o governo ainda terá que ouvir os executivos desse setor para alinhar as medidas, o enfoque e dimensionamento na produção de combustíveis fosseis em terra.

Em entrevista ao jornal Folha de São Paulo, o ministro diz que haverá uma formatação para uma melhor dinâmica desses campos onshore, dessa forma, as medidas necessárias serão tomadas de maneira precisa.

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Mas todos os profissionais desse ramo, podem esperar uma grande marco na história da exploração de petróleo no Brasil. Até o final desse semestre, o Conselho Nacional de Política Energética se reunirá para definir todos os parâmetros desse projeto.

Nos dias de hoje, há cerca de 7.800 poços de produção de óleo em terra, desse total, 96% pertencem a Petrobras. Por essa razão, Márcio Felix, presidente de Petróleo e Gás, deseja que haja mais operadores para esse tipo de ativo, simplesmente porque haverá mais produção de petróleo, irá diversificar fornecedores e operadores. Será um reforço para #Economia do Brasil e gerará empregos, isso na concepção de Felix.

Fernando Filho, então ministro do Brasil, diz que ainda há espaço para que nosso país aumente ainda mais a produção de petróleo em terra, já que atualmente se produz 143.000 barris por dia no Brasil, números que não chegam se quer a 10% do que é produzido no mar.

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A exemplo da Argentina e Equador, suas produções em terra são o triplo de diferença em relação a outros meios de exploração.

Fernando Filho almeja quadruplicar esse tipo de exploração nos anos seguintes, porque esse projeto é de instância primordial. Ele ainda ressalta que os investimentos para extração de petróleo onshore é economicamente mais viável e demanda menos tecnologia, se compararmos ao sistema offshore. O nordeste brasileiro aonde há a maior concentração desses poços, será muito beneficiada pelo movimento da economia que isso fará na cidades dessa região.

Ao todo, 228 campos terrestres serão licitados a partir de julho desse ano. Lembrando que em maio, haverá a 4ª rodada de licitações da campos maduros nos estados da Bahia, Rio Grande do Norte e Espirito Santo, subsidiada pela à ANP.