A #Petrobras anunciou ontem, dia 5, mais um aumento do #Preço do óleo #Diesel nas refinarias. É o segundo reajuste consecutivo do combustível e o primeiro do ano. O novo valor já passa a vigorar a partir desta sexta-feira, dia 6. O percentual do reajuste foi de 6,1% em média. A boa notícia é que o valor do litro da gasolina não sofreu nenhum reajuste ainda este ano.

Segundo a Petrobras, o aumento do preço do diesel não deve ser repassado integralmente aos consumidores. A estimativa é de que o preço deverá aumentar em torno de 3,8% nos postos de gasolina, ou em torno de 12 centavos por litro. Trata-se de um valor médio. A variação pode ser maior ou menos, a depender da região do país.

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A Petrobras justificou o aumento do diesel dando vários motivos. O principal deles é a alta do preço do barril do petróleo no mercado internacional. A empresa também argumentou outras razões, como questões de competitividade interna e a valorização do real ante o dólar.

De acordo com a companhia brasileira, "as revisões anunciadas (...) refletem também movimentos sazonais nas cotações globais dos derivados, com os preços do diesel respondendo a uma maior demanda em função de inverno no hemisfério norte".

A estatal não sinalizou se deve reajustar o replos da gasolina ou do álcool nos próximos meses. O ano encerrou com valores acima do ano anterior. A gasolina teve aumento de 3,3% em comparação com 2016. Já o álcool teve reajuste de 6,88% no mesmo período e o diesel fechou o ano com reajuste de 2,18%.

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Política de Preços

Em relação à política de preços para o futuro, a Petrobras divulgou em comunicado que o Grupo Executivo de Mercado e Preços (GEMP) deve se reunir a cada 30 dias para analisar os preços praticados e pode decidir se o preços dos combustíveis serão ou não reajustados.

Essa política de revisão de preços "dá a flexibilidade necessária para lidar com variáveis com alta volatilidade", segundo palavras da própria empresa. Em outras palavras, a Petrobras tem plena liberdade para fazer os reajustes necessários nos preços praticados de acordo com o cenário político ou econômico.

E como não há mais controle de preços realizado pelo governo, esses reajustes, sejam para cima ou para baixo, poderão ser repassados parcial ou totalmente aos motoristas pelos postos de combustíveis. Isso, por sua vez, tem impacto direto na economia.