No último dia 30 de dezembro, o Governo Federal publicou, no Diário Oficial da União (DOU), o decreto que atualiza o valor do #Salário mínimo de R$ 880 para R$ 937 reais. A medida começa valer a partir de hoje (1º).

O novo valor estipulado ficou abaixo dos R$ 945,80 como previa o governo em agosto do ano passado. O aumento é equivalente a 6,47%. O brasileiro passará a receber R$ 31,23 por dia ou R$ 4,26 por hora de acordo com o novo valor.

Segundo o governo, o aumento deve incrementar em R$ 38,6 bilhões os salários da população em 2017, ou seja 0,62% do PIB (Produto Interno Bruto).

Em outubro do ano passado, o governo enviou ao congresso junto à proposta de orçamento, a previsão de R$ 65,80 de aumento, o que levaria em conta a previsão de 7,5% para a inflação de 2016, o que elevaria o valor do salário mínimo para R$ 945,80.

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Veja os reajustes do salário mínimo nos últimos 10 anos

2008 - R$ 415

2009 - R$ 465

2010 - R$ 510

2011 - R$ 545

2012 - R$ 622

2013 - R$ 678

2014 - R$ 724

2015 - R$ 788

2016 - R$ 880

2017 - R$ 937

Cálculo do mínimo

O governo, para calcular o salário mínimo, soma o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior ao resultado do PIB de dois anos anteriores.

Em 2015, o PIB recuou 3,8%, ano-base para o cálculo do mínimo para 2017, por isso, esse valor não foi levado em conta e o reajuste foi calculado apenas pela inflação. No próximo ano, a correção do valor do salário será calculada seguindo essa mesma regra.

Desemprego

Em 2016, a previsão de fechamento é de 11,2% de desempregados no Brasil, um ponto percentual acima do que previa o FMI (Fundo Monetário Internacional).

Para esse ano, a previsão é que o índice seja de 11,5% de acordo com o Fundo, previsão 1,3 ponto acima do previsto anteriormente.

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Especialistas dizem que o #Desemprego neste ano poderá atingir o ápice, mas no segundo semestre o quadro começará mudar com leve melhora.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) estima que 22,9 milhões de pessoas estejam sem emprego no país. Os números são da pesquisa Pnad Contínua, divulgada em novembro do ano passado. #Economia