Alguns economistas estão fazendo uma previsão na arrancada da #Economia para até o segundo trimestre de 2017. Segundo eles, se os índices se confirmarem, haverá uma elevação no PIB Produto Interno Bruto) de 1,9% até 2025. Partes destas projeções foram feitas pela equipe econômica do Banco Itaú e, na analise deles, o governo está indo bem e alcançará bons resultados. Em termos lógicos este seria o sinal que a economia do Brasil está entrando nos trilhos.

O que dizer de todo este otimismo?

Mas nem todos parecem otimistas com as previsões econômicas que estão sendo anunciadas, já que o mais importante são os resultados práticos e de curto prazo, principalmente num momento que o Brasil passa por reformas na previdência e apresenta um grande contingente de desempregados.

Não estariam estes economistas ilusoriamente criando uma bolha positivista para mascarar a verdadeira situação que enfrenta o país? Muita gente desconfia do governo e pensa que sim.

Onde há fumaça há fogo

O sinal transparente deste fato estaria na liberação do FGTS pelo governo, refletida na ânsia desesperada da população para sacá-lo para sanar dívidas e despesas e, num momento de crise profunda, onde há fumaça há fogo.

A verdade é que não há unanimidade quanto à atual situação do país, nem certeza sobre qualquer previsão econômica e da sua alavancada.

Por isso, para muita gente, existe a suspeita de que grande parte das projeções dos economistas são mais um jogo de marketing político, para inflar algum tipo de otimismo cego em legendas de partidos e que vão influenciar o voto nas eleições presidenciais que já se aproximam.

Desconfiança no populismo

Muito se fala em governo populista, usa-se o termo para desqualificar e gerar desconfiança em um governo que permaneceu no poder por mais de 12 anos. O tal rótulo de governo populista é um deboche explicitamente intencional para fazer criticas à um tipo de #Política voltada para o povo e para as massas.

Mas é fato que a grande massa, a população, está atenta à tudo que o atual governo interino está fazendo e se as atuais reformas trarão benefícios efetivos para eles ou não. #Desemprego