A gigante de #Tecnologia para e-commerce Mercado Livre inaugurou um sistema de gestão voltado aos pequenos e médios empreendedores que comercializam pelo site. Segundo uma entrevista dada pela empresa à revista Exame, no país é imensa a demanda de pequenos empreendedores que vendem pelo site e necessitam de tecnologia de gestão. Por esse motivo o Brasil será o primeiro país a ter o (ERP) Mercado Backoffice Express.

A plataforma vem para solucionar problemas que dificultam o processo de gestão dos empreendedores que vendem pelo site. Renato Pereira, diretor da área de Mercado Backoffice, diz que os pontos mais críticos para estes empreendedores que utilizam o mercado online é o controle financeiro e de estoque.

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“Se essas duas partes não caminharem bem, todas as outras ficam comprometidas, dificultando um crescimento sustentável” afirma.

A Plataforma estará disponível gratuitamente para os empreendedores que comercializam seus produtos através do Mercado Livre.

Através do novo sistema, a empresa promete reduzir o tempo estimado gasto com a gestão das vendas de 75 horas por mês (cerca de 10 dias de trabalho) para apenas 1 dia por mês.

Tal #Economia no tempo se deve a facilidades como registro de produtos através do leitor de códigos de barras, para dar baixa automática no sistema, aviso de novos pedidos e cadastro instantâneo dos pagamentos no fluxo de caixa, poupando um tempo precioso que antes era utilizado para inserir manualmente as informações em planilhas, além de não ser mais necessário acessar o site da Receita Federal para a emissão de notas e ter a emissão automática da etiqueta de postagem.

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O público-alvo para a utilização do sistema gratuito são as pessoas jurídicas, pequenos e médios empreendedores individuais que somam 300 pedidos no mês. Quantidades superiores já necessitam de um sistema mais especifico como o KLP Enterprise (sistema pago), também do MercadoLivre.

Por enquanto a versão está disponível apenas para os empreendedores do site, mas existe a expectativa de que a Express seja oferecida também para lojas próprias e outros agregadores de lojas virtuais (“marketplaces”). #empreendedorismo