Todo mundo já ouvir falar que o cartão de crédito é um verdadeiro vilão das contas de fim de mês. Na realidade, o grande vilão é outro, a má administração das finanças. Esta sim pode fazer qualquer objetivo ir por água abaixo.

Para facilitar a vida de quem curte tecnologia, foram lançados cartões de crédito totalmente digitais, ou seja, que possuem suas funcionalidades ligadas a um smartphone, por meio de um aplicativo: o #Nubank e o #digio.

Nubank

Este, sem dúvida, foi quem revolucionou a maneira como os clientes se relacionam com os cartões de crédito. Com taxas diferentes das que o mercado oferece e um atendimento muito diferenciado dos demais, o Nubank vem se destacando muito e atualmente estima-se que sua lista de espera ultrapasse a casa dos 70 mil.

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Outro ponto importante é que ele é 100% sem tarifas ou taxas e, caso o cliente utilize seu crédito rotativo - ou seja, o parcelamento da fatura -, os juros são de 7,5%. Comparado ao mercado tradicional, é muito barato.

O cartão é emitido pela própria Nubank, possui bandeira Mastercard e ainda é aceito em mais de 30 milhões de estabelecimentos pelo mundo.

Para realizar a solicitação, é necessário ter 18 anos e um smartphone. O pedido pode ser feito diretamente pelo site, por meio de convite de algum cliente, ou pelo aplicativo, que está disponível para Android ou iOS.

Digio

O Digio foi uma resposta de instituições financeiras tradicionais que se sentiram ameaçadas com o novo segmento implantado pelo Nubank. Ele é composto pela holding formada entre Bradesco e Banco do Brasil e possui características muito semelhantes a do seu inpirador.

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O Digio pode ser solicitado por meio de aplicativo para iOS e Android, com tempo de espera de até 15 dias. Diferente de seu concorrente, ele não possui crédito rotativo, ou seja, se o cliente não puder pagar o valor da fatura integralmente, terá de realizar o parcelamento e pagar juros em torno de 7,9%. Basicamente essa é a única diferença importante entre os dois cartões

O crédito rotativo de um banco tradicional está na casa dos 18,28% ao mês, podendo chegar até 649,78% ao ano. Se comparados aos cartões digitais, perdem de lavada. #cartão de crédito digital