O governo apresentou o projeto de reforma da Previdência, onde a proposta é que a #aposentadoria ocorra na idade mínima de 65 anos, com pelo menos 25 anos de contribuição. Contudo, para receber 100% do valor da aposentadoria é necessário que o trabalhador contribua por 49 anos, mesmo que ele já tenha completado 65 anos.

Caso a nova regra entre em vigor em 2017, a idade de aposentadoria de homens e mulheres será a mesma e valerá para trabalhadores de empresas privadas e públicas, além de políticos. Os militares não estão incluídos nessa proposta e continuarão tendo suas próprias regras para aposentadoria.

Como funciona o cálculo da aposentadoria

Atualmente, o valor depende se a aposentadoria é por tempo de contribuição ou por idade e também do tempo que o contribuinte trabalhou.

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Para conseguir o valor integral, é necessário que os homens tenham contribuído por 35 anos e as mulheres por 30 anos.

A nova regra propõe que mesmo que o indivíduo atinja 65 anos de idade e tenha 25 anos de contribuição, ele não receberá 100% do salário, mas somente 76%. Se ele trabalhar por mais um ano, receberá mais um ponto percentual e assim a cada ano até que complete 100% do salário.

Por exemplo, se uma pessoa trabalhou por 40 anos (15 além dos 25 anos obrigatórios) receberá mais 15 pontos percentuais, completando 91% do salário (76% + 15). Isso significa que somente quem trabalhar durante 49 anos receberá 100% do salário.

Atualmente para os servidores públicos, os homens se aposentam aos 60 anos e 35 de contribuição e as mulheres aos 55 anos e 30 de contribuição. Com a nova proposta, seguirão as mesmas regras dos trabalhadores de empresas privadas explicadas acima.

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Os políticos hoje em dia podem se aposentar com 60 anos de idade e com 35 de contribuição, mas, com a nova proposta, passarão a seguir a mesma regra do restante da população, que é com 65 anos de idade e 25 de contribuição e tendo que contribuir por 49 anos para atingir os 100% do salário.

A proposta não mudará a medida de que nenhum aposentado poderá receber menos do que um salário mínimo vigente. #Economia #PrevidenciaSocial