Nesta terça-feira, 14, o governo federal divulgou um calendário envolvendo o saque das contas inativas de quem tem direito a receber o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço, o FGTS. Os primeiros pagamentos, como mostra uma reportagem publicada pelo jornal 'Folha de São Paulo', serão feitos em março, mas para os contribuintes que nasceram em janeiro e fevereiro. Mais detalhes sobre o calendário, como outros períodos de recebimento, devem ser revelados pelo governo, mais tarde, ainda hoje, em uma coletiva de imprensa, que acontecerá na capital federal, Brasília.

O saque das contas inativas é bastante importante e esperado por muitos trabalhadores, especialmente em tempos de crise, como a que vive o Brasil.

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O próprio governo espera que com esse dinheiro a #Economia possa ter uma ressurreição. Os governantes já haviam anunciado que as contas inativas poderiam ser usadas no ano passado, a fim de dar um "booom" na economia. Há dois anos, os principais índices de emprego e renda no Brasil estão em uma curva decrescente. Os contribuintes que nasceram nos meses de março, abril e maio já podem fazer o recebimento em abril.

Veja abaixo um cronograma que mostra a relação com os meses de nascimento dos contribuintes e o de recebimentos por parte deles do benefício:

A expectativa é que com o resgate das contas inativas pelo menos quarenta e um bilhões de reais sejam injetados na economia. Mas afinal, o que são contas inativas? São as contas de FGTS de pessoas que foram demitidas por justa causa, ou então se demitiram.

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Por conta desses casos, o dinheiro relativo ao Fundo de Garantia, geralmente, fica "preso". No entanto, excepcionalmente, nesse ano, ele poderá ser resgatado.

Poderão receber o benefício quem deixou o emprego até o dia 31 de dezembro de 2015. A partir de janeiro de 2016, para os que foram demitidos nesse período, ainda não há qualquer anúncio sobre um possível resgate do dinheiro nas contas. Existe um certo temor que os contribuintes guardem esse dinheiro. Por isso, os governantes pedem confiança, a fim de que, de fato, haja o estímulo da economia.