No mês de janeiro, os #Juros de transações de créditos tiveram queda de juros, segundo a (Anefac) Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade. Os juros para cartões de créditos caíram 11,6% entre dezembro e janeiro. Esta taxa é menor do que a taxa referente ao mês de abril de 2016, até então a menor, segundo o levantamento.

Para os cheques especiais a queda de juros ao ano foi de 5,27%, e em cheques comerciais foi de 0,89% ao ano. Em uma visão geral de créditos para pessoa física, obteve um total que passou de 8,16% ao mês e por ano chega um total de 156,33%. No mês de dezembro de 2016 foi de 8,12% ao mês e 155,20% em janeiro de 2017, que é a menor desde julho de 2016.

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Levantamento de créditos para pessoa jurídica teve uma queda de 74,32% ao ano no mês de dezembro de 2016 e em janeiro 2017 foi de 73,92% ao ano.

Das três formas de créditos que fizeram parte da pesquisa, duas delas tiveram queda no mês que foram descontos de duplicatas e capital de giro, enquanto que apenas a conta garantida teve seus juros altos no mesmo mês. Apesar das taxas de parcelamento do saldo de juros de cartão de crédito serem mais baixas do que o financiamento do crédito rotativo, ainda assim permanece alta comparada com outros tipos de crédito, como consignado e crédito pessoal.

Limitação dos créditos rotativo

O Conselho Monetário Nacional (CMN) homologou a prática que limita o período do crédito rotativo do cartão de crédito. O usuário que não quita por inteiro a dívida da fatura só poderá usar o crédito rotativo financiado por no máximo 30 dias.

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Em casos que não haja o pagamento inteiro da fatura na data marcada, haverá uma negociação para quitar de forma parcelada. O Banco Central anunciou que a norma tem o intuito de dar mais eficiência nas compras com o cartão de crédito e deixando mais barato.

O objetivo é que haja uma grande redução nos juros do crédito. De acordo com o Banco Central, a negociação para parcelamento deve ser feita de forma que não pese no bolso dos clientes. No momento atual o total é de R$ 37 bilhões para crédito rotativo. Este número é uma parcela de R$ 700 bilhões que está ligado a cartões de créditos. #Dinheiro #Economia