Depois que a Operação Carne Fraca foi deflagrada no #Brasil, na sexta-feira (17), seus principais importadores de carne, a União Europeia, China, Coreia do Sul e Chile, anunciaram restrições quanto à importação do produto. O país, segundo maior produtor de carne bovina do mundo e o maior exportador, já sentiu o impacto negativo na economia.

A maior investigação da história da Polícia Federal, a #Operação carne Fraca investiga uma organização criminosa envolvida na venda de carne adulterada no país e no exterior. Para cumprir 309 mandados espedidos Justiça Federal do Paraná, foram às ruas mais de mil a gentes da PF. Entre os 309 mandatos estão mandados de busca e apreensão, conduções coercitivas, prisão preventiva e de prisão temporária de fiscais do Ministério da Agricultura e produtores de carnes.

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Segundo as investigações, grandes empresas alimentícias e frigoríficos, donas de marcas conhecidas no mercado, liberavam produtos sem fiscalização em troca de propina.

Para ser embalada e comercializada, eram injetados produtos químicos na carne vencida e para aumentar o peso, injetavam água. Essas carnes eram destinadas para o mercado interno e externo.

Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, que havia afirmado que a fiscalização era “forte, robusta e séria” e que motivos para que a população ficasse com receio de consumir carne, disse nessa segunda-feira (20), que está proibida preventivamente, a exportação de carnes produzidas por 21 frigoríficos investigados pela operação. Porém, a venda no mercado brasileiro está liberada, afirmou o ministro.

As empresas negarem as irregularidades.

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O ministro afirmou que vistorias estão sendo realizadas nos supermercados. Amostras de produtos dos frigoríficos que estão sob investigação estão sendo recolhidas e mandadas para análise. O ministro Blairo disse acreditar que não será encontrado nenhum adulteração, mas caso aconteça de problema ser detectado, a recomendação será a suspensão e recolhimento desses produtos. #Economia