Sabe-se que a reunião do Comitê de Política Monetária (COPOM) é um dos instrumentos econômicos mais importantes do estado na influência do mercado livre, além, é claro, da liberação de papel moeda. Assim, sempre que se estabelece via este conjunto de pessoas a taxa básica de juros do país, Selic, há uma movimentação financeira grande ao redor, influências desde as empresas de pequeno capital até o maiores #bancos. O que, inclusive, acontecerá com o Banco do Brasil após as mudanças que entraram em virgor na última segunda-feira (17).

Esta será a terceira redução das taxas do banco apenas neste ano. Diminuindo as taxas, consequentemente tende-se a ter mais processos financeiros estabelecidos, ou seja, o que o comitê pretendia fazer com o mercado começa a surgir efeito.

Publicidade
Publicidade

As linhas mais afetadas foram as de crédito imobiliário para pessoas físicas no SFH (Sistema Financeiro de Habitação) e também no sistema CH (Carteira Hipotecária). Ambas as taxas se estabelecem, em faixa mínima, de maneira respectiva em 9,99% a.a, tendo uma redução expressiva de 0,81 ante os 10,80% previamente estabelecidos; e também 10,90% a.a ante os 11,80% anteriores na CH. A diferenciação se dá basicamente pelos valores das linhas e pelo lastro de cada uma.

Ainda no que se refere ao âmbito da pessoa física, os financiamentos de veículos se estabelecem a partir de 1,23% ao mês ante 1,28% em taxa anterior, já o cheque especial - um dos maiores vilões no requisito crédito/juro - flutuará entre os preços fixos mínimos de 4,31 até 12,84% ao mês ante 4,36% e 12,89%. Lembrando que estas alterações são para os juros e não pacotes de serviços e demais contratados de crédito, pois várias linhas são previstas para empréstimo.

Publicidade

Já no que diz respeito a pessoas jurídicas, o cheque especial também terá mudança. No caso do cheque ouro empresarial, uma das linhas disponíveis, as taxas serão de 8,38% a.m ante os 8,43% cobrados para o primeiro e para o capital de giro rápido. Em faixas maiores, há ainda a possibilidade de flexibilização.

No quesito crédito veículo pessoa jurídica, houve também a redução de taxa para 1,42$ a.a ante as taxas cobradas de no mínimo 1,42. Já a antecipação de crédito lojista (ACL) reduziu em 0,06%, caindo de 1,58% ao mês para 1,53% ao mês no piso.

Lembrando que são taxas de referência, contudo, são alteradas dependendo do perfil e relacionamento que o cliente tem com o banco, assim como os meios de garantia, cadastros positivos e ademais informações.

Reveja mais notícias do banco em: o banco do brasil e tecnologia

E saiba mais informações sobre as mudanças do banco já acontecidas e em processo:

agências bancárias em fechamento #Economia #taxaselic