O mundo dos negócios não tem sido mais um campo dos investidores com 40 anos. Cada vez mais os jovens da Geração Y – entre 20 e 30 anos - estão ganhando espaço nas aplicações financeiras. Os ativos estão sendo comprados e estudado por jovens, mas o educador financeiro André Bona alerta para não sair por aí comprando e gastando o dinheiro

"É interessante que o jovem não perca o foco na sua educação superior, que será a base para ele ter sucesso financeiro. Se já estiver no primeiro emprego, é normal achar o dinheiro mais do que ele realmente é e sempre querer mais", diz Bona.

Para entrar no mercado financeiro, antes de tudo, é necessário conhecimento.

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O educador indica o estudo como primeiro passo de investimento para o jovem que quer atuar, para compreender o que pode ser feito e os riscos que existem. "Antes de entrar de cabeça, estude, busque ler sobre as opções de investimento antes de sair aplicando o dinheiro", diz.

Para o jovem que tem um mínimo de experiência e conhecimento na área, o educador financeiro já indica algumas formas de aplicações, "Com R$ 500 já é possível ter alguns investimentos como os CDB, títulos do tesouro atrelado a inflação, aos #Juros. Mas, se tiver receio, o mais indicado é investir na caderneta de #poupança, mesmo ela não sendo tão rentável", comenta André Bona. Hoje, a poupança está rendendo 6,84% ao ano, valor abaixo do CDI, que está em 10,14%.

Famosa por muitos brasileiros, a citada poupança gera no mercado financeiro cara feia quando é indicada.

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O controle das finanças deve ser a base para iniciar os investimentos, pois com dividas e outros gastos serão estes os destinos dos lucros, explica o educador.

Outra base importante para o jovem investidor está na disciplina e na necessidade em poupar. "A poupança pode ser uma forma de o jovem iniciar no controle dos seus gastos. Tirar pelo menos 10% do quanto ganha e investir na poupança pode não gerar um grande lucro a longo prazo, mas a intenção é de aprender a poupar", diz Bona.

Vida Digital

Com a vida digital dos jovens, o educador financeiro entende que é necessário colocar a tecnologia junto com os novos investidores. Para quem pensa em investir, mas ainda não tem tanto controle com os gastos, ou tem visto um acumulo grande nas finanças, um aplicativo pode ser a solução.

"Os jovens passam muito tempo com o celular na mão hoje em dia, e ter um aplicativo como o Wally+ ajuda no processo, tanto de poupar como de ver o quanto está sobrando para poder investir em ações mais interessantes, como multimercado ou os Fundos", finaliza André Bona.