O #mercado começou a semana em ritmo de realização de lucros, depois de encerrar a semana anterior no maior patamar desde maio: o #Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) encerrou o dia em queda de 0,34%, aos 65.212 pontos e com um volume negociado de R$ 8,878 bilhões.

Segundo os dados da Bolsa de Valores de São Paulo, as ações que apresentaram as maiores altas do dia foram Braskem PNA (5,20%, depois que uma instituição internacional melhorou a recomendação para as ações da companhia); MRV ON (2,67%), Sabesp ON (2,10%), Klabin UNT (1,52%) e Weg ON (0,95%). Na outra ponta, os papéis com as quedas mais expressivas foram Natura ON (-3,86%), Ultrapar ON (-3,63%), Eletrobras ON (-2,74%), Eletrobras PNB (-2,38%) e BB Seguridade ON (-1,71%).

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As operações do dia também foram afetadas pelo exercício de contratos de opções sobre ações, que registrou uma movimentação total de R$ 3,25 bilhões no segmento Bovespa - dos quais R$ 2,664 bilhões foram em opções de compra e R$ 587,575 milhões em opções de venda.

Entre as ações mais negociadas na bolsa, Vale e Petrobras apresentaram desempenhos distintos: enquanto a principal ação da mineradora (Vale PNA) terminou as operações em alta de 0,43%, os papéis preferenciais da estatal (Petrobras PN) terminaram em queda de 1,23%.

No câmbio, a cotação do ##dólar comercial terminou em queda de 0,11%, chegando a R$ 3,181 na venda - a segunda queda consecutiva da moeda, e o menor valor contabilizado desde 17 de maio.

O cenário internacional influenciou as operações com a moeda norte-americana, principalmente a divulgação de dados econômicos sobre a China, que apresentou crescimento acima do esperado: de acordo com dados oficiais, o país avançou 6,9% no segundo trimestre em relação ao visto em 2016.

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A expectativa das autoridades chinesas é que o crescimento seja de aproximadamente 6,5% ao fim do ano. A melhora nas vendas de commodities também ajudou a afetar o câmbio.

A expectativa dos analistas é que o clima de negociações fique mais ameno nos próximos dias, muito por conta do início do recesso parlamentar em Brasília. O Congresso Nacional dá início à sua pausa nesta terça-feira (18), e acredita-se que isso pode ajudar a reduzir a temperatura da crise política - embora os desdobramentos das investigações e denúncias envolvendo o presidente Michel Temer continuem no radar dos agentes, tanto no Brasil como no exterior.

(com Reuters) #Economia #Negócios