A Teoria do Liberalismo econômico surgiu no período final do Mercantilismo, num momento em que um novo paradigma era demasiadamente necessário. Com o capitalismo se firmando cada vez mais, essa teoria veio como uma grande base e defendia a emancipação da #Economia, sendo regida apenas por ela mesma, sem intervenções de quaisquer que sejam os meios. Surgiu no séc. XVIII, tendo como o seu principal teórico expoente e também considerado como pai da economia clássica, o escocês Adam Smith.

Em seu livro "A Riqueza das Nações", ele expõe suas ideias de forma clara, confrontando ideias de outros teóricos daquele período, dizendo que a prosperidade econômica e a acumulação de riquezas não se devem através de atividades rurais ou comerciais, e sim através do trabalho livre, sem regulações e intervenções.

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Para Smith, a economia não precisava de tais intervenções, já que ela tinha a sua disposição mecanismos que a regulariam por si própria, a chamada então “Mão Invisível”. Suas principais ideias são a da livre concorrência e a lei da oferta e da demanda.

A liberdade econômica se dá ao poder de um agente econômico de compra e venda de suas mercadorias e serviços, com um comum acordo entre ambas as partes, sem qualquer coação ou obrigação de forças autoritárias. Ela é medida por um índice avaliado pela Heritage Foundation, que tem sua sede localizada na cidade de Washington DC e leva em conta as seguintes categorias: negócios; comércio; liberdade fiscal; intervenção do governo; monetária; investimentos; finanças; corrupção; trabalho; e direitos de propriedade.

Já o Brasil está bem longe de obter uma boa classificação quanto a esse índice, já que do ano de 2016 ao ano de #2017, o país caiu 8 colocações, ficando apenas em 140°, ficando próximo de Togo (138°), Paquistão (141°) e Etiópia (142°).

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A interferência do Estado na economia tem sido cada vez maior, afetando fortemente a eficácia da mesma, causando grandes problemas em todo o sistema econômico do país. Apesar dos grandes gastos do governo, os serviços públicos continuam precários. Os impostos cada vez mais altos e de baixo retorno dificultam a vida de quaisquer micro e pequenas empresas, também as regulamentações desnecessárias só aumentam em peso os problemas causados pelo excesso de burocracia.

A abertura da economia no #Brasil é de necessidade urgente para que suas bases possam ser reconstruídas, já que o mesmo garante uma maior facilidade a criação de novos postos de empregos, com o surgimento de novas pequenas empresas, que atualmente, são os maiores empregadores do país.