Um estudo realizado pela National Bureal of Economic, uma respeitada instituição de pesquisa americana que já teve diversos ganhadores do Nobel de Economia, diz que jogos e novas tecnologias de entretenimento são responsáveis pelo baixo rendimento dos jovens em seus postos de trabalho. De acordo com a pesquisa feita com jovens de 21 a 30 anos e adultos de 31 a 50 anos, foi possível perceber que os jovens estão trabalhando cerca de 200 hora a menos do que trabalhavam 15 anos atrás.

Isso se deve ao fato de que quanto mais atraente for o tempo de lazer de um individuo, menos ele vai querer fazer outras funções, como, por exemplo, trabalhar.

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Logo existem muitos outros fatores relacionados com o baixo desempenho dos jovens nos seus trabalhos e na vida acadêmica também.

O estudo também traz à tona a importância da busca de um propósito na carreira e a forma como o trabalho pode motivar os jovens e até fazer com que eles almejem uma futura realização profissional. De acordo com o estudo, o trabalhador que está em uma carreira que não condiz com seus objetivos vai acabar passando mais tempo em jogos de celulares ou videogames e isso pode até parecer uma troca vantajosa.

Apesar dos resultados, é bem difícil dizer que jogos são de todo mal e possivelmente até não seja um caso correlacionado, pois o Japão, que é um país que tem uma das maiores comunidades #Gamers do mundo, não apresentam essas baixas de produtividade. Naturalmente, não existe nada de errado com videogames em si.

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Como é de costume, o que vem ao caso é a necessidade do equilíbrio entre prazer e responsabilidade.

Agora indo contra a maré dos jovens que não estão motivados com seus trabalhos, há os jovens que se autodenominam gamers profissionais. Um fato que praticamente todo mundo conhece hoje em dia é que milhares de jovens pelo mundo deixaram de atuar nas formas convencionais de trabalho para se dedicarem a um novo #Emprego, o de gamer.

Anualmente, jogos como League of Legends, Dota, Counter-Strike e vários outros fazem campeonatos milionários, que acabam por atrair vários jovens. Foi a partir desses campeonatos que jovens começaram a enxergar uma nova forma de ganhar dinheiro, sem precisar ter um trabalho convencional.

Outra forma que muitos jovens acharam para ganhar dinheiro através dos jogos foi fazendo lives e gameplays para plataformas como YouTube e Twitch. Já ouve casos de jovens que ganharam mais de R$ 10 mil apenas em uma noite de live, valor esse que está bem acima da diária paga por um emprego.

Hoje em dia, até grandes clubes de esportes, como, por exemplo, o Flamengo, já criou uma equipe de #e-sport. Essa ação está cada vez mais se tornando comum entre grandes clubes e até mesmo algumas empresas que começaram a criar suas equipes. São esses casos de sucessos que estão fazendo com que cada vez mais jovens deixem seus empregos e escolas para começarem a engatinhar no mundo dos gamers.