A economia está em crise, frase pontual que justifica todas as quedas nos números do comércio. Porém, as necessidades dos consumidores garantem a continuidade de alguns seguimentos. Este diagnóstico é o que tem assegurado novos #investimentos para as demandas que foram abertas na crise atual. Destas, os investimentos para o público infantil têm se sobressaído.

De tudo um pouco

São escolas, lojas de roupas, salões de beleza, brinquedotecas, entre outros. No Shopping Paralela, um dos shoppings da cidade de Salvador mais frequentado pelo público infantil, é possível encontrar várias opções de produtos e serviços para o conforto de quem habita as redondezas, o que possibilita que novos empreendedores comerciais invistam mais no seguimento infanto-juvenil.

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As apostas tem dado certo. Por exemplo, em 2016, no Dia das Crianças, o “Clubinho” que faz monitoria de menores, recebeu cerca de sessenta crianças; o“Salão Pop”, localizado no mesmo piso, que oferece brinquedão e jogos lúdicos, atendeu quase trinta crianças para cortes de cabelo, enquanto o brinquedo “Roda Gigante Bita” divertiu quinhentas crianças em um período de 8 horas.

"Meu filho tem o shopping como referência de um local de brincadeiras. Quando passamos em frente, ele pede para entrar. Quando estamos dentro e não o levamos para o Game Station, ele pede para ir ao Shopping, referindo-se à loja de games", conta Amanda, mãe de Tom.

O shopping dispõe de um Game Station, kartódromo, Boliche, Pista de Mini Golf, além de várias lojas de roupas infantis. Porém, nota-se que há algumas dificuldades no marketing do setor.

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As propagandas são individuais, as lojas e ambientes de serviços trabalham como se fossem únicos no mercado, não são identificadas parcerias entre serviços nem tão pouco união para uma campanha de marketing.

Paula Matos contou para um portal de notícias que, apesar de ser cliente assídua do shopping, desconhecia a existência de um salão infantil no local, que passou a frequentar após ver um flayer do Salão Pop em uma loja no mesmo piso. “Facilitou muito, pois moro aqui perto e precisava dirigir 40 minutos para apenas cortar a franja da minha filha.”

Uma das empresárias do setor, que também é publicitária, Kitty Vianna acredita que empreendimentos no setor infantil ainda são rentáveis e confiáveis. Afinal de contas, os adultos deixam de comprar para si, para satisfazer as necessidades dos pimpolhos. A empresária busca manter o mercado em movimento fazendo pequenas parcerias de marketing para atrair maior clientela: “As ações em conjunto dão muito certo, mas precisamos movimentar mais. Por enquanto, tenho desenvolvido ações via mídias sociais e promoções internas, mas já estamos pensando em como agregar mais, seja com parcerias ou ações individuais.”

Faltado pouco mais de dois meses para o Dia das Crianças, o setor busca opções para agregar maior fluxo de clientes e garantir a fidelidade para se manter ativo durante o restante dos meses. #criança #13ReasonsWhy