No começo desta semana (17), o Ministério do Trabalho divulgou um relatório sobre o balanço de empregos gerados no país neste 1ª semestre de 2017, em que todos os dados poderão ser consultados no Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados). Os números oficiais divulgados pela instituição, mostram que foram criados exatamente 67.358 postos formais de trabalhos, só neste período.

Se levarmos em consideração o ano de 2014 até então, o balanço foi positivo no semestre de 2017. O #Governo informou oficialmente que ocorreram 7.523.289 admissões e 7.455.931 demissões até então.

Nos primeiros seis meses de 2016, estão contabilizadas mais de 530 mil dispensas formais.

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No ano de 2015, ocorreram cerca de 345 mil.

Lembrando que as estatísticas do mês de junho ainda não foram incorporados nestes informações. Acontece que as empresas ainda detém um prazo de ajuste para remeter os dados atualizados ao Ministério de Trabalho.

Balanço de junho

Os relatórios parciais de junho relatam que houve maximização das contratações, superando as demissões. Em maio, mais de 9.800 ofertas de trabalhos formais foram consagradas.

Depois de 2014, os balanços mostram que foi a 1ª vez que empregos em CLT foram criados de saldo positivo para junho. Naquela época, cerca de 25.300 postos de trabalhos formais foram contabilizados. O relatório mostra um certo otimismo, já que tem estado por 3 meses criando e superando o número de vagas de empregos.

O ministro do trabalho, Ronaldo Nogueira, disse em entrevista que essas estatísticas poderiam ficar melhores, mas já que a situação econômica do Brasil apresenta sintomas de retomada positiva, devemos ir com calma e cautela para que haje tempos de avaliar o mercado.

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Naturalmente a situação econômica está ficando mais estável, mas como ele ressalta, agora é um momento de observação mas sempre com a expectativa em alta e positiva de que as coisas darão certo no final.

Em adição a este comentário, Nogueira endossou que as iniciativas que o governo tomou para aumentar o número de empregos nesses primeiros seis meses, tal como o direito de resgate do FGTS em contas inativas, reforma trabalhista e equilíbrio das contas da União, foram o ponto chave na questão. Ele ainda fala que até o fim deste ano, haverá mais contratações do que demissões, mas não arriscar prevê números precisos porque a #Economia e um ramo de muitas flutuações.

Os 12 meses anteriores

Embora junho e nos primeiros seis meses deste ano o país tenham registrado geração de empregos formais de modo significativo, ainda sim foram demitidos cerca de 749 mil funcionários de vagas formais nos últimos 12 meses( período que compreende junho de 2016 à junho de 2017).

Setores

O setores que mais contrataram neste período foram a agricultura( 117.013 vagas), indústria(27.775), serviços(60.757), administração pública(18.372) e construção civil(33.164).

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Estatísticas por região

Segundo o MT, de todas as 5 regiões do Brasil, 3 tiveram destaques em números significativos no requisitos de admissões. Na ordem do maior para o menos, a região sudeste segue na liderança com a geração de 67.414 postos de trabalhos, o Centro-Oeste com 62.025 e o Sul, com 46.662 vagas bem sucedidas.

Já a região Nordeste e Norte foram obtiveram saldos negativos. O Nordeste contabilizou 96.330 demissão seguido pelo Norte, com 12.413. Reforçando que todos os dados e números deste artigo você poderá consultar também no Caged.