Em encontro na Rússia dos países que compõe a OPEP (Organização dos Países Exportadores de #Petróleo), o primeiro ministro da Arábia Saudita informou que irá diminuir a exportação em um milhão de barris, caindo já em agosto para 6,6 milhões de barris ao dia. A intenção do ministro de energia saudita, Khalid al-falid, tem como base o cumprimento do acordo para reduzir os estoques e segurar os preços do petróleo.

O Estados Unidos, um dos maiores compradores de petróleo da região, pela qualidade refinada que existe no Oriente Médio, tem visto a sua “encomenda” diminuir a cada momento que chega. Quem tem ganhado espaço nas exportações sauditas são os japoneses. O Japão tem o terceiro maior consumo do combustível no mundo, perdendo apenas para China e Estados Unidos.

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A sua utilização chega acima dos cinco milhões de barris por dia.

Conflitos passados

A Nigéria e a Líbia também foram destaques da reunião em São Petersburgo. Com anos de conflitos internos, a #OPEP decidiu retirar os dois países do cumprimento do acordo até que tivessem uma produção de petróleo significativa, chegando a 1,8 milhão de barris por dia. A Líbia, em últimas divulgações da sua produção, tem mostrado uma recuperação. Números recentes mostram uma fabricação próxima aos tempos de Muammar al-Gaddafi.

Crescendo nos números de barris produzidos, a Nigéria precisa chegar ao patamar exigido no acordo, para voltar a ter a produção normalizada. Os conflitos internos atrapalharam tanto de forma interna, com externa, já que a exportação de petróleo é uma das formas de melhorar a #Economia nigeriana.

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Na Líbia, a retirada do ditador al-Gaddafi do poder vem dando frutos também nas questões economias.

Sem participar da OPEP, mas sediando o evento, a Rússia também aceitou diminuir sua produção para manter os preços fortes na venda. O corte na produção russa será igual ao do acordo entro os países que compõe o grupo: 1,8 milhão de barris. O prazo para ocorrer começou em janeiro deste ano e irá até março de 2018.

Mercado & Cotações

Na última terça-feira, o petróleo teve seu melhor dia no mercado financeiro, em 2017. O Brent foi negociado acima dos US$ 50,00, com queda de 0,25%. Já o WTI teve alta na Bovespa de 1,17% vendido o barril a US$ 48,45.

Esse dia favorável para o combustível elevou as ações da petrolífera brasileira. A Petrobras teve fechamento com alta nas duas maiores ações, A PETR3 e PETR4. Respectivamente, alta de 2,53% e 2,64%, fazendo os investidores optarem para uma compra forte dos ativos.