As #vendas registradas pelo varejo brasileiro em maio tiveram variação de -0,1% na comparação com o visto em abril, segundo dados sazonalmente ajustados e divulgados pelo #IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ao longo do período, a receita nominal do setor subiu 0,2% em maio no comparativo mensal, feito o ajuste sazonal. No confronto com maio de 2016, a receita nominal do varejo teve elevação de 3,1%. Ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral ficou estável no volume de vendas (-0,1%) e na receita nominal (0,0%).

Ao mesmo tempo, a análise da série ante maio de 2016 mostra que o volume de vendas subiu 2,4%, em sua segunda taxa positiva consecutiva no ano.

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Com isso, o índice de volume do varejo acumulou recuo de 0,8% nos cinco primeiros meses do ano. O indicador acumulado nos últimos doze meses caiu 3,6% em maio de 2017, o que representa retração no ritmo de queda iniciado em outubro de 2016 (-6,8%). Para as mesmas comparações, a receita nominal de vendas apresentou variação de 3,1%, 1,8% e de 3,5%, respectivamente.

Segundo o IBGE, quatro atividades do varejo apresentaram taxas negativas entre abril e maio, dentro da série com ajuste sazonal: tecidos, vestuário e calçados (-7,8%); livros, jornais, revistas e papelaria (-4,5%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,8%); e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-0,1%). Entre os quatro setores que ampliaram as vendas nesse mês, os desempenhos de maior importância para a média global foram registrados em hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%); seguido por móveis e eletrodomésticos (1,2%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%); e combustíveis e lubrificantes (0,6%).

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Os dados em relação a 2016 mostram que o avanço de 2,4% foi diretamente afetado pela comemoração do Dia das Mães, além do efeito-calendário (22 dias úteis, ante 21 dias úteis em 2016). O destaque ficou com a maior contribuição do setor de móveis e eletrodomésticos (13,8%).

Outros setores com resultados favoráveis foram tecidos, vestuário e calçados (5,0%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,6%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (3,8%); equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,8%), ao passo que as vendas do setor de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo ficaram estáveis (0,0%) em relação a maio de 2016. Por outro lado, com redução no volume de vendas na mesma comparação, encontram-se combustíveis e lubrificantes (-0,9%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-1%). #comércio