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A conjuntura da política econômica no Brasil traz vários percalços que muitas vezes, parecem ser extremamente complexos e de difícil solução, ainda mais, em se tratando de um país imerso em uma das piores crises de toda a sua história contemporânea e que somente agora, começa a apresentar alguns sinais de que pode atravessar um dos períodos mais "conturbados" do cenário político nacional.

Uma das principais apostas do #Governo do presidente da República #Michel Temer, trata-se da aprovação do projeto que consiste em uma reforma previdenciária no Brasil. Embora, considerado o projeto original, como algo substancialmente "polêmico", o Palácio do Planalto confia na aprovação, para que o país consiga "reorganizar" as contas e o déficit público vigente no país.

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Entretanto, a agência de risco S&P se manifestou,através de sua análise macroeconômica, que devido às perspectivas de que a reforma previdenciária possa avançar, de fato, no Congresso Nacional, não haveria, por ora, a possibilidade de que a nota soberana do país fosse rebaixada.

Força do governo Temer

De acordo com uma análise minuciosa da diretora-executiva de rating soberano da S&P Global Rating, Lisa Schineller, através de uma manifestação realizada por meio de videoconferência, o prognóstico é que a reforma previdenciária, cujo projeto foi desenhado pelo governo do presidente Michel Temer, possa caminhar para a aprovação no Parlamento brasileiro. A diretora-executiva destacou, de modo contundente, que "os compromissos assinalados pelo governo Temer e pelo Congresso dão a indicação de que haverá avanço da reforma previdenciária, assim como se espera esse progresso".

A diretora-executiva da S&P Global Ratings, aponta ainda, como surpresa em sua análise, que um fator preponderante colabora para essa perspectiva da agência de risco; o país já estar atravessando uma espécie de estabilidade política, segundo a análise de Lisa Schineller.

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A diretora-executiva foi ainda mais longe, ao denotar que a #Reforma da Previdência Social é considerada muito "emblemática" para que o governo esteja apto a atacar e implementar a redução de pontos de rigidez das despesas públicas. Porém, a economista ponderou que ainda existem riscos para a não aprovação das reformas. Um dos pontos destacados por Lisa, se refere a uma eventual leniência por parte do governo, em se tratando de levar adiante alterações estruturais do sistema de benefícios destinado aos aposentados, ou mesmo, se vier a ocorrer o fim do comprometimento por parte do Congresso em aprovar as reformas.

Segundo a diretora-executiva Lisa Schineller, "um grande desafio do Brasil, estaria relacionado à questão fiscal do governo do país para com os estados brasileiros, como por exemplo, a menção em referência à situação das contas públicas, já que seria tarefa para alguns governos, o que culminaria em vários anos, já que o superavit primário seria alcançado somente em 2020".