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Antes da reflexão sobre qual é a resposta correta em relação ao título deste artigo, vale a pena frisar que as nações africanas são extremamente ricas em recursos energéticos e minerais, sendo que as suas economias, junto com o consumo de bens e serviços, só fazem aumentar ultimamente.

Desse modo, conforme as opiniões de muitos especialistas em relações diplomáticas e comércio exterior, pode estar no continente africano a grande chance de um futuro bastante promissor para a América Latina.

Ignacio Bartesaghi, que é diretor do “Departamento de Negócios Internacionais e Integração” da Universidade Católica do Uruguai, frisou que o mercado africano possui mais de um bilhão de habitantes, os quais estão largados pelos países desenvolvidos, ou seja, logo essa situação pode ser uma oportunidade singular para todas as economias emergentes no mundo.

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Na medida em que a África cresce mais do que os níveis internacionais das nações ricas em geral, cuja perspectiva para o ano que vem é de 4,3%, fazer parceria com o continente não é uma concessão, mas uma necessidade.

Além do que há o fenômeno da urbanização acontecendo exatamente agora naquela parte do globo, o que por si só é uma si eleva o consumo direto de bens e serviços, complementou Bartesaghi.

Na realidade a África não é mais a mesma na medida em que os seus países buscam avidamente pela integração entre si, contemplando acordos mútuos de livre comércio, parcerias econômicas e o estabelecimento de mercados comuns.

Ainda conforme o especialista uruguaio os acordos existentes entre os países africanos são até mais elaborados do que o da maioria dos países abastados, o que por vezes não se nota na prática por causa dos conflitos regionais e a ausência de suporte em infraestrutura.

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Não é à toa que o Norte e o Sul da continente africano têm taxas altíssimas de desenvolvimento, contrastando com a região central que carece de respostas quanto as necessidades sociais mais básicas.

Se tão somente as guerras regionais entre as tribos e a fragilidade política de algumas dessas nações fossem eliminadas, as mesmas se tornariam rapidamente importantes “players” mo comércio mundial.

Principalmente ao longo dos últimos 15 anos o Brasil passou a ser o ator latino-americano mais destacado naquele ambiente da África, principalmente debaixo da gestão do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva.

O Brasil na era #Lula intensificou a abertura de suas embaixadas por todo o continente, visando basicamente solidificar a manifestação dos interesses brasileiros na África como um todo.

Atualmente, o gigante sul-americano exporta para os países africanos fármacos diversos e muitos bens industriais como veículos, máquinas, plásticos e madeira, gerando uma receita de aproximadamente oito bilhões de dólares. [VIDEO]

De acordo com o pesquisador do Uruguai, um outro país da América do Sul que soube perceber as vantagens de se manter laços comerciais com a África foi a Argentina, que lucra cinco bilhões de dólares com suas exportações.

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Entretanto, os africanos incorporam cada vez mais padrões internacionais que incrementam o mundo dos negócios, e justamente por isso os brasileiros devem acompanhar lado a lado esses aprimoramentos no comércio bilateral.

Como era de se esperar, nações como a Rússia, a Índia e a China [VIDEO]estão de olho no continente; sendo que essa última estimula que mais 3,5 mil empresas chinesas se façam presentes na África.

A China ainda subsidia a construção de portos e ferrovias objetivando com isso, acessar os enormes recursos minerais africanos, dos quais o tigre asiático tanto necessita.

Então, Lula estava certo ou não de abrir embaixada após embaixada brasileira na África? Dê você também a sua opinião no espaço abaixo e compartilhe as #notícias quentes caso tenha gostado. #África