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A partir do dia primeiro do mês que vem (setembro), os bancários sentirão as consequências do #acordo coletivo efetivado em 2016 com a FENABAN, que prevê as alterações de salários para o ano de 2017. Acordo este que foi, inclusive, muito criticado pelos funcionários ativamente políticos da categoria, principalmente dos servidores públicos.

Em 2016, ambas as categorias (bancários e financiários) conquistaram reajuste salarial de 8% sobre a remuneração base + gratificações, além de um abono salarial não vinculado aos vencimentos no valor de R$ 3.500 para bancários, e de R$ 2.000 para financiários. Agora, em 2017 [VIDEO], os salários das duas categorias serão reajustados pelo valor do INPC/IBGE (que é supostamente entendido como inflação dependendo do contexto avaliado) acumulado nos 12 meses anteriores à data base (inflação do período), mais 1% de aumento real sobre todos os benefícios.

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O que não agrada, infelizmente, é que o valor entendido como aumento não chegará, talvez, nem à metade do reajuste do ano anterior, de 8%.

Os financiários já têm sua posição efetivada. Terão, dentre os outros acordos de cultura organizacional, proteção de trabalho e redução de abusos, um reajuste efetivo de 3,35% (que corresponde ao período inflacional de junho do ano passado até maio deste ano) mais o 1% de aumento efetivo, considerado o aumento real 'conquistado' pela categoria no ano passado.

Já os bancários, dentro do mesmo ponto de vista, com o acumulado no período, deverão receber um aumento não maior do que 4,5%, devido a influência (mesmo que pequena) do aumento da gasolina no período. Estes valores irão incidir sobre os vales alimentação e refeição que deverão, juntos, passar da casa dos R$ 1.200, do piso escriturário da categoria e, inclusive, da parcela fixa da FENABAN na participação dos lucros na empresa.

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Lembrando também que ano passado alguns bancários perderam direito [VIDEO] ao vale cultura, o qual não está prevista a retomada em 2017 e fica suspenso, inclusive, por tempo indeterminado. Entretanto, mesmo com o acordo já fechado no ano passado, tem-se a discussão de #bancos públicos, como "Caixa Econômica Federal e "#Banco do Brasil".

Agora, realmente, resta aos bancários aguardar o lançamento do reajuste no dia primeiro do mês para avaliar se o acordo efetivado em 2016 foi realmente profícuo ou apenas uma convenção que, na verdade, atrapalhou e suspendeu seus aumentos nos anos seguintes.