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Em junho de 2017, o varejo brasileiro mostrou aumento de 1,2% no volume total de #vendas e de 0,8% na receita nominal, ambos em comparação ao mês de maio, segundo relatório divulgado hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítsica (IBGE [VIDEO]). Os resultados significam que houve crescimento positivo por três meses. Por isso, o indicador de média móvel trimestral, relativamente estável nos últimos dois meses, tanto para o volume quanto para as vendas nominais, registra variações de 0,8% e de 1,2%, respectivamente. Na comparação com junho do ano anterior, o total do varejo apontou expansão de 3,0%, terceiro resultado positivo consecutivo nessa comparação, porém mais forte do que os resultados verificados em maio (2,6%) e abril (1,7%).

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No acumulado dos seis primeiros meses de 2017, o varejo nacional registrou queda de -0,1% para o volume de vendas, ficando próximo à estabilidade frente a igual semestre de 2016. Já a receita nominal de vendas do varejo em junho de 2017 registrou para essas mesmas comparações respectivamente: 2,4% frente a junho de 2016, 1,9% no acumulado no ano e 3,2% no acumulado nos últimos doze meses.

Já o comércio varejista ampliado (que inclui varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção), teve aumento de 2,5% para o volume de vendas e 2,2% para a receita nominal, ambas comparadas ao mês anterior.

Atividades se destacaram

A alta de 1,2% para o mês teve o com predomínio de taxas positivas em seis das oito atividades pesquisadas. Os principais setores foram Móveis e eletrodomésticos (2,2%), Tecidos, vestuário e calçados (5,4%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,7%).

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Além disso, também contribuíram para a alta os setores de combustíveis e lubrificantes (1,2%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (1,5%) e livros, jornais, revistas e papelaria (4,5%). Os setores que pressionaram negativamente foram principalmente hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (com retração de 0,4% após avanço de 1,1% no mês anterior) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,6%). Para essa mesma comparação, o comércio varejista ampliado aumentou 2,5% frente a maio de 2017, com 3,8% de alta no setor de veículos e motos, partes e peças (após crescer 2,0% no mês de anterior), enquanto materiais de construção aumentaram 1,0% frente ao mesmo período. Já na comparação anual frente ao mês de junho de 2016, todas as atividades pesquisadas contribuíram com altas positivas, sendo móveis e eletrodomésticos contribuindo de forma mais efetiva (12,7%). #IBGE #Crise econômica