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A crise dos últimos anos têm feito muitos brasileiros ficarem completamente endividamos e com a cobrança de juros tão altos, costuma ser muito difícil regularizar essas #Dívidas, principalmente quando se trata de débitos com ICMS, IPVA, etc. Buscando amenizar essas questões e melhorar a arrecadação, o governo sancionou através do presidente Michel Temer [VIDEO], o programa de renegociação de dívidas na semana passada.

Governo prorroga prazo de adesão ao programa de renegociação de dívidas

O prazo para adesão ao #Refis, programa de renegociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas, terminaria hoje, 31 de outubro.

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No entanto, o governo decidiu por prorrogar esse prazo e os interessados poderão aderir ao Refis até 15 de novembro.

Conforme informado por alguns integrantes do governo, apesar de ter havido resistência por parte da equipe econômica, o Palácio do Planalto acabou cedendo às pressões exercidas pelo relator do programa de renegociação de dívidas (Refis), o deputado Newton Cardoso Junior do partido PMDB-MG e o prazo foi felizmente prorrogado por mais 15 dias e por esse motivo, será editada uma nova MP.

As pessoas que aderiram ao Refis antes das mudanças nas regras podem ter descontos nas parcelas por terem pago a mais.

A Receita Federal informou que até setembro, haviam sido pagos [VIDEO] R$ 10,9 bilhões referentes ao Refis, no entanto, como algumas pessoas aderiram ao programa de negociação de dívidas de pessoas físicas e jurídicas antes mesmo que houvesse a aprovação das novas regras junto ao Congresso, elas poderão ter descontos nas parcelas por terem pago valores maiores do que estão sendo negociados após a aprovação das mudanças.

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O governo deve discutir ainda essa semana qual será o formato de envio das medidas que pretendem ajudar a cumprir a nova meta fiscal para o ano de 2018, com déficit de R$ 159 bilhões. Vale lembrar que a equipe econômica do governo até o momento, ainda não enviou a mensagem modificativa que alterará de fato a meta do ano que vem, que tinha originalmente previsto o valor de R$ 129 bilhões. Isso porque, antes disto ser feito, será necessário encaminhar as medidas de cortes e diminuição de gastos com o funcionalismo e também o aumento de receitas.

Antes da decisão tomada ontem, 30 de outubro, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles havia dado indícios de que o prazo poderia ser prorrogado

Após uma entrevista concedida a TV NBR, o ministro afirmou que o prazo poderia ser prorrogado, mas que de qualquer forma, ele recomendava que as empresas não contassem com isso exatamente e apresentassem a sua adesão dentro do prazo estabelecido inicialmente.

"Minha sugestão é que as empresas apresentem sua adesão hoje, o mais rápido possível. Porque com isso elas já estão protegidas. Caso haja necessidade, caso assim seja entendido, pode haver uma prorrogação. Mas eu não aconselho a todos esperarem por isso." disse o ministro.