Nos próximos dias 24 e 25 de novembro, aproximadamente 1,3 milhões de alunos da rede estadual de São Paulo realizarão a prova do Saresp - Sistema de Avaliação de Rendimento do Estado de São Paulo. Podem aderir à avaliação escolas particulares, SESI, escolas municipais e escolas técnicas do Centro Paula Souza.

A avaliação serve como um dos indicadores para avaliar o IDESP, índice de desenvolvimento da #Educação de São Paulo. Com os resultados do exame, será possível diagnosticar a situação do ensino no estado e traçar metas para que sejam implementadas melhorias no ensino das Escolas do estado de São Paulo.

Serão avaliados alunos das 3, 5 e 7 (amostral) e 9º ano do ensino fundamental e o 3º ano de ensino médio. A prova consiste na avaliação de competências e habilidades em disciplinas como língua portuguesa e matemática; avaliadas anualmente, além de ciências da natureza (ciências, física, química e biologia), ciências humanas (geografia e história) e redação, avaliadas alternadamente. 

Porém, antes da avaliação, os pais dos alunos participantes deverão responder um questionário que servirá para traçar o perfil sócio-econômico do aluno, e saber quais as expectativas da família em relação ao aprendizado nas escolas públicas estaduais. 

Para ajudar no preparo dos alunos para a avaliação, foi disponibilizado na secretaria escolar digital um simulado on-line, com questões que irão auxiliar os participantes a terem maior segurança na realização da prova. Os alunos poderão utilizar a plataforma até as vésperas da prova.

Contudo, muitos  profissionais da educação criticam o modelo de prova, argumentando que seus resultados não podem ser sinônimo de qualidade de ensino, afinal, o desempenho em uma avaliação padronizada não garante uma formação crítica e de bons cidadãos. Eles questionam também fraudes e boicotes a prova. 

Os professores também alegam a falta de acesso aos resultados de cada disciplina e aos resultados individuais da provas, dificultando a identificação de deficiências no aprendizado e, por sua vez, impossibilitando que sejam realizadas ações que as supram. #Governo #Geraldo Alckmin