Apesar de muitos ainda "torcerem o nariz" para a EaD (Educação a Distância) o número de estudantes matriculados nesta modalidade de ensino, tanto em cursos técnicos quanto em cursos de graduação e pós-graduação só aumentam a cada ano.

Muitos são os questionamentos e teorias que colocam este sistema de ensino em "xeque", no entanto o que se percebe é o preconceito decorrente da desinformação, ou ideias pré concebidas quando há comparação com #Educação presencial. 

Vale ressaltar que, independente do tipo de ensino que se escolha, o fundamental é o nível de comprometimento do aluno, pois um curso presencial não será superior ao não presencial se não for encarado com seriedade por parte do estudante. A formação de um profissional competente depende muito mais dele mesmo, do que da instituição ou método de ensino pelos quais tenha se formado. 

O importante é escolher uma instituição séria, que ofereça cursos bem planejados e bem estruturados, com professores atentos, que cobrem prazos e que intervenham sempre que necessário. Uma instituição que corresponda a estas características requerem muito mais disciplina, gerenciamento de horários, programação de atividades e determinação de seus alunos do que muitos cursos presenciais. 

Diferentemente do Brasil, na Europa o contexto é outro; berço deste tipo de ensino (já que foi com os soldados da Segunda Guerra Mundial, que estudavam por correspondência, que nasceu este método) EaD tem tradição, os profissionais formados são avaliados constantemente e muito disputados no mercado de trabalho, justamente por apresentarem um perfil que se enquadra dentro das exigências deste mercado, ou seja, são organizados, autônomos, disciplinados, pró-ativos, determinados e focados. 

Vivemos numa sociedade tecnologizada, desde a popularização da internet a EaD passou e passa por reformulações.

A medida que vão surgindo mais recursos tecnológicos, mais alterações são efetuadas e o método vai auferindo mais qualidade. Através do uso de redes sociais e aplicativos a tecnologia aproximou colegas e minimizou os problemas da falta de vínculo e de sinergia que a distância impunha. E ainda permite ao professor acompanhar, interagir, intervir, auxiliar e orientar, resolvendo portanto, mais um dos aspectos debatidos pelos críticos a este tipo de sistema; que o distanciamento físico entre alunos e professores poderia prejudicar a aprendizagem.

Um outro aspecto importante é que a internet coloca a disposição de seus usuários uma gama imensurável de informações que se usada a serviço da pesquisa e educação, possibilita ao estudante o acesso as mais variadas áreas de conhecimento de forma vasta, abrangente e profunda. 

Antes de construir qualquer conceito a respeito desse tipo de ensino é preciso ter claro as reais motivações, se é simplesmente obter um diploma ou efetivamente buscar uma qualificação profissional. Se for a segunda opção, certamente o rendimento do aluno será positivo pois ele não vai se reter apenas ao material que a instituição lhe oferece, ele irá além, e buscará de forma autônoma seu conhecimento, aprofundando suas pesquisas e busca de informações.

De nada vale um curso presencial se o aluno for desleixado e descomprometido. O essencial é ter muito claro quais os objetivos, pois o que prevalecerá  é o nível de envolvimento e dedicação com os estudos, e com o profissional que se pretenda ser.  #Escola #ENEM