Criado no ano de 2011, ainda no primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff o CsF "Programa Ciência sem Fronteiras", fora idealizado para atender aos alunos de graduação, com bolsas no exterior nas mais diversas matérias do ensino acadêmico, como a química, matemática, biologia, além de setores de estudo voltados à área de desenvolvimento tecnólogico, engenharias e saúde.

Após um detalhado levantamento solicitado pelo atual presidente Michel Temer, foi anunciado na última segunda-feira (25), as primeiras medidas baseadas nessa análise no qual o CsF foi considerado de alto custo, sendo eliminada a possibilidade de graduação no exterior por meio do programa. Para a equipe técnica do Ministério da Educação a interação entre as instituições de ensino superior dentro e fora do país, não apresentaram resultados satisfatórios, com casos de disciplinas cursadas no exterior não sendo aproveitadas na grade curricular pelos cursos de graduação nacionais, por exemplo.

Quem poderá ser contemplado pelo CsF?

  • Alunos selecionados com conclusão prevista até o começo de 2017, ainda fazem parte do programa;
  • Agora somente pesquisadores, docentes e alunos em fase de pós-graduação, serão prioridade do CsF;
  • Alunos oriundos de escolas públicas cursando o ensino médio, e que comprovem baixa renda, agora poderão ser canditatar a nova metodologia divulgada pelo MEC, onde o foco do CsF será também aprimorar o aprendizado de língua estrangeira. 

Em entrevista ao site UOL, o Ministro da Educação, Mendonça Filho afirmou que chegou ao seu conhecimento que alguns alunos contemplados anteriormente pelo programa de intercâmbio do #Governo Federal, não estariam assimilando conhecimento acadêmico algum, e sim aproveitando a ida ao exterior com o objetivo de fazer turismo, desvirtuando do propósito inicial de estudo, comentou.

Como ficará a situação dos estudantes que já estão no exterior?

Ainda para o site de notícias, o titular da pasta confirmou que todos compromissos estão firmados para a manutenção de custos dos estudantes que já estão, atualmente, fora do país, e que o o MEC na sua atual gestão já liberou mais de R$ 1 bi para essas despesas internacionais dos bolsistas brasileiros que se encontram em plena atividade de estudo no exterior, finalizou Filho.

O que você achou das medidas promovidas pelo Governo Federal com relação ao Programa Ciência sem Fronteiras? Deixe seu comentário. #Bolsa Universidade #Estudar no exterior