Foi anunciado, por parte do #Governo, que haverá uma reformulação no ensino médio brasileiro, sendo que logo em sequência o MEC (Ministério da #Educação) divulgou os dados oficiais sobre a reforma, explicitando a nova grade de conteúdos, na qual será usada uma nova abordagem na forma como ocorrerá o processo de aprendizagem no ensino médio no país.

Até então, de acordo com as informações liberadas pelo Ministério da Educação, a carga horária sofrerá um aumento de 800 horas ano atuais, para 1400 horas ano, no entanto, não foi especificado um número mínimo de dias letivos ou um prazo para a ampliação.

A partir da aplicação da nova reforma, o conteúdo será ministrado e distribuído em cinco matérias focais: matemática, linguagens, ciências humanas, ciências da natureza e por fim, formação em nível técnico profissional. Com relação a esta nova aplicação, acredita-se que assim o aluno terá mais liberdade para dar mais destaque a uma de suas áreas preferenciais de acordo com suas respectivas acadêmicas.

Também foi determinado que o inglês será a língua estrangeira obrigatória em todas as escolas e centros de ensino do país, sendo que os mesmos poderão ou não oferecer uma língua secundária, o que, caso ocorra, deverá ser preferencialmente o espanhol.

De acordo com o presidente Michel Temer, a partir do novo currículo e com a introdução ao ensino em tempo integral, planeja-se elevar a qualidade do ensino em todo o Brasil. Foi ainda afirmado posteriormente que a reforma não visa o abate de verbas para a área de educação; através dela se pretende somente de fato priorizar a melhora do sistema de educação.

A reforma terá seu início a partir do ano que vem, vindo esta a acontecer de forma gradual ao redor de todo o país. É esperado que até o ano de 2018 mais de 500 mil estudantes do ensino médio já sejam privilegiados pelas mudanças.

Com relação a quesitos constitucionais, a medida provisória referente à reforma precisa ainda ser aprovada em no máximo, 120 dias pelo congresso para que a mesma não perca sua validade.